[1]
“A história do ingresso das práticas psicológicas na saúde pública brasileira e algumas conseqüências epistemológicas”, Memorandum, vol. 20, p. 105–122, abr. 2011, Acesso em: 12º de fevereiro de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/memorandum/article/view/6626