https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/issue/feed Nuntius Antiquus 2020-12-21T16:10:53-03:00 Setor de Publicações periodicosfaleufmg@gmail.com Open Journal Systems <div id="journalDescription"> <p><em>Nuntius Antiquus</em><em>&nbsp;</em>é um periódico semestral, com avaliação de pares, mantido pela&nbsp;<a href="http://www.letras.ufmg.br/site/">Faculdade de Letras</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ufmg.br/">Universidade Federal de Minas Gerais</a>&nbsp;(Brasil) desde 2008 e publica artigos científicos tendo como temática culturas e literaturas da Antiguidade e da Idade Média. Tem como missão fomentar a produção científica na área de estudos clássicos e medievais, permitindo a pesquisadores do Brasil e do exterior divulgarem suas pesquisas e contribuírem para o debate e o progresso científico na área. A revista destaca-se como um dos raros periódicos brasileiros voltados estritamente para os domínios da Antiguidade e do Medievo.</p> <p>A revista recebe artigos em fluxo contínuo. No momento em que tivermos artigos suficientes para compor o número, tomamos a liberdade de fechar o volume e de receber novos textos para um próximo número.</p> <p>Não se cobra dos autores pela publicação.</p> <p><strong>Qualis B2</strong>, área de Letras e Linguística, ano-base 2016.</p> </div> https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/24445 HUNTER, Richard. The Measure of Homer: The Ancient Reception of the Iliad and Odyssey. Cambridge: Cambridge University Press, 2018. 2020-10-05T20:50:23-03:00 Eduardo da Silva de Freitas eduardosfreitas@gmail.com <p>Trata-se de Resenha do livro <strong>The Measure of Homer</strong>: the Ancient Reception of the Iliad and Odyssey, de Richard Hunter, publicado em 2018 pela Cambridge University Press.</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Eduardo da Silva de Freitas https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/26456 ROSSETTI, Livio. O diálogo socrático. Tradução de Janaína Mafra. São Paulo: Editora Paulus, 2015. (Col. Cátedra). 312 p 2020-12-02T18:31:15-03:00 Janaína Mafra janasilmafra@gmail.com <p>Resenha do livro: ROSSETTI, Livio. <em>O diálogo socrático</em>. Tradução de xxxxx . Col. Cátedra. São Paulo: Editora Paulus, 2015, 312p.</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Janaína Mafra https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/24629 e o Otris e o Ossa repetem 2020-10-16T13:13:59-03:00 Robson Rodrigues Claudino robbiehashi@gmail.com <p>O presente trabalho apresenta uma tradução realizada em versos livres do prefácio de um epitalâmio do poeta alexandrino Cláudio Claudiano. O texto, encontrado no grupo dos poemas maiores, que antecede o epitalâmio propriamente dito, foi composto para celebrar a união entre o imperador Honório, filho de Teodósio, o Grande, que governava a parte ocidental do Império Romano na metade do século IV d.C, e Maria, filha do general Estilicão, tutor de Honório. No texto, temos uma forma de alegoria, com a qual o poeta irá estabelecer uma relação entre o matrimônio do imperador e as bodas de Peleu e Tétis, pais do herói Aquiles. Além da tradução, acompanhada de seu texto original, o trabalho contém uma breve contextualização histórica acerca do autor e notas explicativas, que nortearão o leitor ao explicar as diversas figuras mitológicas e locais que são mencionados ao longo do poema.</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Robson Rodrigues Claudino https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/25954 Ordo virtutum de Hildegard de Bingen 2020-11-21T11:48:06-03:00 Débora Duarte Costa deboraduartecosta@hotmail.com <p>Este trabalho apresenta uma tradução inédita no Brasil do drama de música sacra <em>Ordo Virtutum</em>, bem como breve resumo da vida de sua autora, Hildegard de Bingen, monja beneditina nascida no final do século XI e figura de destaque no século XII. Algumas explicações referentes à tradução introduzem ainda o texto.</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Débora Duarte Costa https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/21645 Parmênides no carro das sombras 2020-10-15T13:07:55-03:00 Daniel Vecchio Alves danielvecchioalves@hotmail.com <p>Com a invasão persa do século VI a.C., diversos filósofos jônicos precisaram deslocar suas escolas para a Grécia continental e a Magna Grécia, fluxo emigratório intenso constituído por refugiados extremamente cultos. Entre alguns desses ilustres emigrantes, encontramos Pitágoras de Samos, Xenófanes de Cólofon e Parmênides de Eléia. Exilados da Jônia cada um a seu tempo, esses cosmólogos e filósofos, conhecidos erroneamente pela etiqueta dos “pré-socráticos”, promoveram a filosofia tanto quanto Sócrates. Acostumados aos contatos interculturais promovidos em sua região (com babilônicos, egípcios e gregos), os pensadores jônicos se tornaram sensíveis ao problema da verdade e à ideia de examinar criticamente um relato quanto a sua capacidade de extrapolar impressões sensoriais, ou seja, quanto a sua capacidade de apreensão intelectiva do real. Por fim, investiga-se mais detidamente, em Parmênides, a plenitude de uma transformação filosófica dos elementos sensíveis do mundo em elementos racionais do pensamento humano, tendo como base a análise dos fragmentos de sua obra intitulada <em>Da Natureza</em>.</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Daniel Vecchio Alves https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/23989 Os valores épicos no cinema 2020-11-12T17:37:57-03:00 Tatiana Alvarenga Chanoca tatianachanoca@gmail.com <p>Este trabalho busca mostrar e entender como os valores épicos presentes em Homero, notadamente na <em>Ilíada</em>, foram absorvidos e repassados pela cultura cinematográfica. Foram escolhidos para comparação os filmes <em>Helena de Troia</em> (1956, refilmado em 2003), <em>A ira de Aquiles</em> (1962) e <em>Troia</em> (2004).</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Tatiana Alvarenga Chanoca https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/24233 De diis gentium 2020-11-21T11:51:17-03:00 Willamy Fernandes Gonçalves willamyfernandes@usp.br <p class="Resumo">O presente artigo tem como objetivo observar como o movimento humanista manifestou-se nas letras portuguesas, especificamente quanto ao tratamento dado às narrativas míticas gregas. Para tanto, após breve caracterização da herança clássica no medievo português, sobretudo quanto à seleção e ao uso de narrativas e de personagens da mitologia grega, passa à leitura de um texto-chave sobre o tratamento do mito em Portugal na transição entre Baixa Idade Média e Renascimento: o prólogo da tradução da <em>Electra </em>de Sófocles por Anrique Aires Victória. O contraponto dessa leitura com trechos fundamentais de autores como Justino de Roma, Clemente de Alexandria e Basílio de Cesareia, que nos primeiros anos do cristianismo forneceram as diretrizes para o tratamento da herança literária clássica no mundo cristão, nos ajuda a compreender o que estava em jogo nas escolhas de Anrique Aires Victória e sugere que, na passagem entre Idade Média e Renascimento, mais do que um salto quantitativo na presença do mito, há uma importante mudança qualitativa, captada aqui a partir de conceitos utilizados pelos próprios autores do período (nomeadamente a oposição entre flor e fruto).</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Willamy https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/22124 Recepção dos clássicos em Machado de Assis 2020-10-01T16:03:29-03:00 Letícia Gabriela de Castro Monteiro legabi.monteiro@gmail.com <p>O presente artigo se propõe a analisar o diálogo entre a obra de Machado de Assis e os poemas de Homero, mais especificamente os ecos das personagens Helena e Penélope detectados na construção de Capitu, do romance <em>Dom Casmurro</em>. (In)fidelidade, natureza ambígua e condição liminar definem as três personagens. Entretanto, Capitu, ao contrário das personagens homéricas, não pertence a um enredo que apresenta a resolução de sua liminaridade. Um dos motivos para isto, segundo o que se pretende argumentar neste artigo, é a complexa combinação das heroínas homéricas cuja memória pode ser rastreada na construção de Capitu, que revela uma mistura de elementos delas característicos, como a dissimulação e a sedução.</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Letícia Gabriela de Castro Monteiro https://periodicos.ufmg.br/index.php/nuntius_antiquus/article/view/21351 O speculum de Filemácia na Mostellaria de Plauto e o jogo metateatral entre os papéis das meretrizes na comédia palliata 2020-10-05T21:30:34-03:00 Carol Martins da Rocha carol.rocha@ufjf.edu.br <p>Este artigo trata mais centralmente da participação da meretriz Filemácia (<em>Philematium</em>) e de sua escrava, Escafa (<em>Scapha</em>), na peça <em>Mostellaria,</em> de Plauto (III – II a.C.), para entender o modo como a interação entre tais personagens traz à tona nuanças do tipo cômico que elas representam. As duas personagens femininas figuram em cena apenas no primeiro ato dessa comédia, num diálogo que se estende entre os versos 157 e 312. Este texto, levando em consideração, sobretudo, aspectos considerados metateatrais, procura apontar como, apesar da breve participação de tais personagens, é importante olhar com atenção para elementos da cena, em que Filemácia e Escafa conversam. Na passagem, que envolve o uso de um espelho, estão em jogo os diferentes papéis que as meretrizes costumam exercer na comédia <em>palliata</em> e, também, alusões a importantes aspectos cênicos do teatro antigo. As conclusões apontam para a maneira como as nuanças dos tipos cômicos afetam o entendimento do enredo como um todo e da ação das suas personagens, contribuindo para os efeitos cômicos presentes na peça.</p> 2020-12-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Carol Martins da Rocha