https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/issue/feed Perspectiva Pictorum 2024-02-02T22:52:53-03:00 Magno Moraes Mello revista.perspectivapictorum@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Perspectiva Pictorum (ISSN: <strong>2965-1085</strong>) é um periódico de Artes e Cultura que recebe contribuições nacionais e internacionais de diversas disciplinas ligadas às expressões artísticas. Concentrando-se nas interlocuções do campo de Artes e áreas correlatas, tais como a história da arte, as artes plásticas e visuais, design, filosofia, estética, comunicação, restauro (arquitetônico e pictórico) entre outras, a revista tem como objetivo proporcionar um espaço de divulgação e discussão de trabalhos acadêmicos direcionados a estas temáticas, bem como suas conexões com outros campos de conhecimento. </p> https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51124 Le chiese rupestri e l’altopiano murgico 2024-02-02T22:52:53-03:00 Antonella Guida antonella.guida@unibas.it Giuseppe Andrisani giuseppe.andrisani@unibas.it Vito Domenico Porcari vito.porcari@unibas.it <p>I Sassi di Matera sorgono su una ripida collina di pietra, dove gruppi di case si estendono paralleli al terreno, sovrapposti, in cerchi concentrici. Costituiscono un enorme patrimonio architettonico abitato fino al 1952 in condizioni preistoriche, prive di abitabilità di base e di servizi urbanistici adeguati alla vita moderna. Matera offre un viaggio nella storia più antica dell'umanità e delle sue tradizioni: la sua adeguata riqualificazione architettonica potrà fungere in futuro da modello per la conservazione degli ecosistemi urbani ottenuta grazie al corretto utilizzo delle risorse idriche, del sole e della pietra. L’altopiano murgico è compreso per gran parte nella città metropolitana di Bari e provincia di Barletta-Andria-Trani e si estende ad occidente fin dentro la provincia di Matera, in Basilicata; inoltre si prolunga verso sud nelle province di Taranto e Brindisi.</p> <p>Matera. Patrimonio dell’Umanità_Unesco 1993 e Capitale Europea della Cultura 2019.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Antonella Guida, Giuseppe Andrisani , Vito Domenico Porcari https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51108 Os sarcófagos antigos e a formação da Arqueologia paleocristã 2024-02-02T16:34:38-03:00 Claudio Monteiro Duarte claudiomonteiroduarte@gmail.com <p>Este artigo pretende ser uma introdução ao estudo dos sarcófagos antigos de mármore, pagãos e cristãos, sobre os quais eram esculpidos relevos, com variada simbologia funerária, e alguns motivos decorativos abstratos. No caso dos sarcófagos cristãos, às vezes aparecem aspectos derivados do passado romano pagão, mesclados com elementos novos, especificamente inventados para um público cristão. O estudo detalhado desses monumentos funerários pode levar não só a um melhor conhecimento das transformações da escultura funerária antiga, mas também revelar aspectos importantes das crenças e das expectativas em relação à morte na cultura tardo-antiga. Através do confronto de textos antigos, que revelam mudanças no modo de se encarar a vida espiritual, com a emergência de novas tradições figurativas, podem ser encontradas evidências do desenvolvimento de uma cultura visual especificamente cristã, nova em relação ao passado clássico-helenístico, mas preservando alguns de seus elementos mais sutis. Também são abordados os tratados publicados entre os séculos XVII e XX, através dos quais é possível perceber o processo de formação da Arqueologia e da História da arte paleocristã como ciências, e acompanhar o processo de construção das ferramentas eruditas da área.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Claudio Monteiro Duarte https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51109 José Joaquim da Rocha e a Escola Baiana de Pintura; entre a oralidade, a crônica e a documentação 2024-02-02T16:37:34-03:00 Luiz Alberto Ribeiro Freire luizfreire1962@gmail.com <p>A tradição oral registrada em um manuscrito anônimo do século XIX posicionou José Joaquim da Rocha como fundador da Escola Baiana de Pintura e autor de importantes obras de quadratura nos tetos de Igrejas de Salvador. Essas atribuições foram replicadas e ampliadas por Manuel Querino e Carlos Ott. Pretendemos nesse artigo discutir essas atribuições, confrontando-as com as obras documentalmente comprovadas, relativizar os métodos atributivos, considerar a tradição do trabalho oficinal, e levantar questões a serem enfrentadas.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Luiz Alberto Ribeiro Freire https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51110 A arte da ornamentação com embutidos e embrechados 2024-02-02T16:41:13-03:00 Luiz Antonio da Cruz luizcruztiradentes@gmail.com <p>Ao longo do tempo, o Brasil recebeu material rochoso vindo de Portugal e da Itália para o emprego em obras diversas, especialmente nas intervenções de acrescentamento e renovação do gosto. Parte deste material foi trazido para a ornamentação das igrejas, com o emprego dos embutidos marmóreos coloridos, aplicados principalmente nas edificações das cidades litorâneas. Em Minas Gerais, devido à distância e o custo elevado, estes materiais foram aplicados raramente. Porém, utilizaram a pintura de embutidos marmóreos e os fingimentos para a decoração, conforme se constata nas igrejas, as mais antigas das vilas de Minas. Outra técnica aplicada foi o embrechamento, com fragmentos de louças, pedras e conchas. O presente artigo trata deste tipo de ornamentação utilizada nos séculos XVIII e XIX, principalmente em núcleos urbanos mineiros.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Luiz Antonio da Cruz https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/37979 Sibilas do Tijuco: a centralidade das profetisas seculares na arte colonial 2022-02-15T23:46:27-03:00 Maria Cláudia Almeida Orlando Magnani mariaclaudiamagnani@gmail.com <p><strong>Resumo</strong>: Este trabalho apresenta a peculiaridade da representação das sibilas na arte colonial de Diamantina, Minas Gerais. Sendo as únicas representações das profetisas na colônia, elas estão contornadas por estruturas de falsa arquitetura inspiradas em Andrea Pozzo e apresentam uma centralidade incomum e única no mundo. Segundo Joyce Lussu toda a cultura hegemônica teve que prestar contas à sibila, manipulá-la e deformá-la e ainda assim não a conseguiu suprimir. Nestas representações tão características, reafirma-se a dimensão multicultural do mito feminino que faz o elo entre o divino e o humano, com importância confirmada pelas suas dimensões e centralidade, além da sofisticação das estruturas de quadratura.</p> <p><strong>Palavras chave:</strong> Sibilas, centralidade feminina, profetisas.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Abstract: </strong>Abstract: This paper introduces the peculiarity of the representation of the sibyls in the colonial art of Diamantina, Minas Gerais. As the only representations of the prophetesses in the former Portuguese colony, they are surrounded by structures of false architecture inspired by Andrea Pozzo and present a centrality that is unusual and unique to sybil representations worldwide. According to Joyce Lussu, all hegemonic cultures had to account for the sibyls, to manipulate and deform their image and reputation - and, even so, none was not able to suppress them. In these very characteristic representations, the multicultural dimension of this feminine myth which makes the link between the divine and the human, is reaffirmed and its importance is confirmed by its dimensions and centrality, as well as by the sophistication of the square structures surrounding them.</p> <p><strong>Key words:</strong> Sibyls, feminine centrality, prophetesses.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Maria Cláudia Almeida Orlando Magnani https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51111 José Pereira Arouca e a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis de Mariana 2024-02-02T16:44:18-03:00 Monica Lage mmllage@hotmail.com <p>As associações religiosas foram importantes veículos de sociabilidade e de difusão das artes no período colonial mineiro. Foram elas que ofereceram amparo aos membros durante as dificuldades da vida e assistência na hora da morte. Foram elas também, que patrocinaram as artes ao contratar artífices para construir e ornamentar as igrejas das vilas e das cidades coloniais. Este artigo tem como objetivo contar a história da Ordem Terceira de São Francisco de Assis da cidade de Mariana e a história da construção do seu templo definitivo, pautando as alterações que foram feitas pelo construtor José Pereira Arouca em relação ao projeto original. Objetiva ainda, mostrar a relevância do José Pereira Arouca para a Ordem, pois além de construtor oficial da igreja, ele também foi um líder espiritual dentro desta associação religiosa.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Monica Lage https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51112 A primeira onda do movimento do Teatro Musical em São Paulo (1962-2001) 2024-02-02T16:46:51-03:00 Suelen Régia dos Santos Ogando sue.ogando@gmail.com <p>&nbsp;O objetivo deste trabalho é abordar sobre a produção do teatro musical no Brasil através da discussão crítica&nbsp; sobre produções franqueadas da Broadway (Estados Unidos), West End (Inglaterra) e Teatro Musical Brasileiro e como esse movimento teatral impactou a capital paulista na que muitos chamam de primeira onda dos musicais em São Paulo (1962-2001)</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Suelen Régia dos Santos Ogando https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51113 Os canteiros de obras nas Minas Gerais Setecentistas 2024-02-02T16:50:18-03:00 Valéria Sávia Tomé França valeriastf@gmail.com <p>Este estudo trata da temática dos canteiros de obras existentes em Minas Gerais no século XVIII e sua importância como locais de circulação de conhecimentos relativos ao mundo da construção e da ornamentação. Vila Rica e Mariana ao longo dos setecentos possuíram inúmeros canteiros ativos. Nos anos iniciais, foram obras relacionadas à construção e ornamentação de capelas e igrejas matrizes, construção de pontes, chafarizes e edifícios para abrigar o poder público. Depois disso, a disponibilidade de recursos e a variedade de comitentes manteve por todo o setecentos o mercado artístico bastante aquecido. Por esse ambiente circulou uma variedade de agentes que moldaram uma experiência própria, através da transposição de uma cultura arquitetônica portuguesa, mas que aqui foi adaptada com características distintas. Buscou-se analisar a oficina, o canteiro e a fábrica artístico-construtiva, a fim de compreender o complexo mundo da transmissão do conhecimento prático e intelectivo dos setecentos e colocar potencialidades para seu estudo.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Valéria Sávia Tomé França https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51101 Antes dos tratados 2024-02-02T15:22:44-03:00 Andrea Buchidid Loewen andrealoewen@usp.br <p>Considerando terem sido os jesuítas os primeiros religiosos a aportar na América portuguesa com a missão de catequisar os nativos e educar as famílias dos colonos, foram também eles os responsáveis pela construção das primeiras igrejas e colégios nestas terras. Superados os debates sobre um pretenso “estilo jesuítico”, o artigo lança luz sobre a importância de Francisco Dias, irmão leigo da Sociedade de Jesus que o tinha no canteiro da igreja de São Roque de Lisboa por “arquiteto”, para a circulação dos modelos arquitetônicos adotados na edificação dos primeiros templos dos inacianos no Brasil.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Andrea Buchidid Loewen https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51102 De la percepción del espacio a la perspectiva antropológica del Renacimiento 2024-02-02T15:37:42-03:00 Javier Navarro de Zuvillaga javier.ndez@gmail.com <p>Parte del concepto de espacio y de las relaciones entre el espacio exterior a nosotros con nuestro espacio interior por medio de los sentidos. Geometría y Perspectiva son en origen sistematizaciones del proceso visual que responden al funcionamiento de la visión y del sentido vestibular. Por otra parte, analizamos y medimos el espacio de acuerdo con las medidas de nuestro cuerpo. La posición del punto de vista –nuestro ojo- en relación con el espacio representado define la imagen de éste y al contemplar esta representación nos situamos en la posición del ojo de su autor. El origen de la perspectiva como sombra de una cabeza sobre una pared –según Plinio- y el mito de la caverna de Platón nos aclaran mucho sobre el funcionamiento de esta ciencia. La perspectiva renacentista es el resultado de conjugar la <em>perspectiva naturalis</em>, basada en la óptica de Euclides, con la <em>perspectiva artificialis</em>, desarrollada por Alberti. Además, trata de conciliar mitología clásica y cristianismo al tiempo que los artistas que la practican elevan a la categoría de ciencia la práctica artesanal de la pintura, haciendo de paso arqueología arquitectónica y antropológica. Consecuencia de todo esto es la aparición de las máquinas de dibujar empezando por el velo de Alberti, siguiendo por la ventana de Leonardo y por los inventos de Durero que dan lugar al <em>oculus geometricus</em>. Finalmente, la idea de la ciudad ideal y el desarrollo de la escenografía teatral, impulsadas ambas por sus implicaciones políticas y antropológicas, hicieron que la perspectiva se desarrollase. En este desarrollo tuvo mucha importancia el hecho de que la perspectiva escénica se realizaba no sobre un solo plano, como en los cuadros de los pintores, sino en los distintos planos que eran los bastidores laterales sobre el escenario. &nbsp;&nbsp;</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Javier Navarro de Zuvillaga https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51103 La representación del espacio para la guerra entre los siglos XVI y XVIII: uso y difusión de la perspectiva a través de los tratados de fortificación 2024-02-02T15:47:29-03:00 Jorge Galindo Diaz jagalindod@unal.edu.co <p>Este artículo explica la manera en que los tratados de fortificación o arquitectura militar, impresos entre los siglos XVI y XVIII contribuyeron al uso y difusión de la perspectiva militar o paralela privilegiándola por encima de la perspectiva cónica que entonces estaba muy bien valorada entre artistas y arquitectos. La razón de esto puede explicarse tanto en la facilidad geométrica de su construcción a través de líneas paralelas, como en el hecho de que a través de su uso las dimensiones de los espacios no experimentaban variaciones, constituyendo una ventaja desde el punto de vista militar y estratégico.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Jorge Galindo Diaz https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51104 La prospettiva della terra di Bramante, alla vigilia della scoperta delle Americhe 2024-02-02T16:15:53-03:00 Maria Teresa Bartoli mariateresa.bartoli@unifi.it Alessandro Nocentini a.nocentini@unifi.it <p>Nel 1491 Bramante dipinge l’immagine di un globo terrestre, soggetto emblematico per la filosofia umanistica del XV secolo, dopo la riscoperta, all’inizio del secolo, della <em>Geografia</em> di Tolomeo, illustrata da planisferi nei quali le terre descritte sono l’Eurasia e parte dell’Africa. Dopo il 1490 la circumnavigazione dell’estremità Sud (- 35°) dell’Africa da parte dei Portoghesi (1488) produsse nuovi planisferi. I primi furono però inquinati dalla precedente diffusione di planisferi ingannevoli, da parte di Bartolomeo Colombo, nei quali il Capo di Buona Speranza era situato alla latitudine di - 45° e l’Asia era stata allungata. Lo scopo era stato ottenere dal re di Spagna una flotta per raggiungere la Cina non attraverso l’Oceano Indiano, ma attraverso l’Atlantico. Il dipinto di Bramante nel 1491 testimonia l’interesse suscitato nella corte milanese dalla notizia che l’Africa era stata circumnavigata e che la sua estremità arrivava alla latitudine di - 45°. Il dipinto era anche l’occasione per una interpretazione della 3<sup>a</sup> proiezione di Tolomeo, esposta nel VII libro della <em>Geografia</em>. La prospettiva del globo di Bramante non poteva conformarsi alle note costruzioni delle prospettive di architettura, ma probabilmente partiva, con scienza, dalla immagine prospettica delle circonferenze associate dai geografi al globo terrestre, equatore e tropici, alle quali le immagini delle terre furono riferite. Bramante doveva avere avuto un globo terrestre che funzionò da modello.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Maria Teresa Bartoli, Alessandro Nocentini https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51106 La Scienza Armonica nell’universo architettonico di Bernardo Antonio Vittone (1705-1770) 2024-02-02T16:22:49-03:00 Rita Binaghi binaghir@libero.it <p>L’architetto piemontese Bernardo Antonio Vittone, nelle due pubblicazioni da lui edite (Istruzioni Elementari 1760; Istruzioni Diverse 1766) fa molti riferimenti all’importanza del rapporto musica e architettura. In particolare le Istruzioni Diverse contengono una “Aggiunta” conclusiva a firma dell’architetto e collaboratore Giovanni Battista Galletto a tema strettamente musicale che ha generato non pochi fraintendimenti. Il presente lavoro propone una interpretazione del perché degli inserimenti musicali in manuali destinati a giovani in formazione che desiderano esercitare la professione di architetto.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Rita Binaghi https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51107 Ecos da arquitetura portuguesa quinhentista em um tratado do século XVI 2024-02-02T16:26:31-03:00 Sarah Dume sarah.dume@hotmail.com <p>Neste artigo busca-se discutir algumas das referências textuais e imagéticas que nortearam a produção manuscrita do único remanescente teórico português de arquitetura do século XVI, ampliando assim a discussão acerca daquele que é considerado o único tratado de arquitetura remanescente do século XVI em Portugal. A partir dos dois manuscritos hoje depositados na Biblioteca Nacional de Portugal e na Biblioteca Pública Municipal do Porto, propõe-se aqui efetuar um paralelo deste material à obra de dois importantes artistas do período que marcaram o campo das artes ao período de escrita do documento, um como o principal humanista português à época, Francisco de Holanda (1517-1585) e o outro como o tratadista com o texto de arquitetura mais difundido em Portugal no período, Sebastiano Serlio (1475-1554).</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Sarah Dume https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51118 Expediente 2024-02-02T17:13:56-03:00 Thainan Noronha de Andrade thainan.noronha@outlook.com <p>Expediente da revista</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Thainan Noronha de Andrade https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51116 A vinda ao Brasil de John Bernard Bury e a edição do livro Arquitetura e Arte no Brasil Colonial 2024-02-02T16:56:46-03:00 Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira myriam.ribeiro.oliveira@gmail.com <p>Este artigo faz parte de uma publicação intitulada <em>Etapas de um percurso - Trajetória de 50 anos de atividades de uma historiadora da arte no Brasil – 1972-2022. </em>A publicação está prevista para o primeiro semestre de 2024.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/49347 Resenha: Florencia y Bagdad. Una historia de la mirada entre o Oriente y Occidente de Hans Belting. Traducción Joaquín Chamorro Mielke. Revisión cinetífica Jesús Espino Nuño. Ediciones Akal, S. A., 2012. 2023-12-28T15:08:41-03:00 André Caviola andrecaviola@live.com <p>Resenha de André L. R. M. Caviola do livro Florencia y Bagdad. Una historia de la mirada entre o Oriente y Occidente de Hans Belting.</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 André Caviola https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51115 Resenha: PANOFSKY, Erwin. A perspectiva como forma simbólica. Tradução de Elisabete Nunes. Lisboa: Edições 70, 1999. 2024-02-02T16:53:56-03:00 Guilherme Augusto Guglielmelli Silveira guilhermegusilveira@gmail.com <p>Resenha</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Guilherme Augusto Guglielmelli Silveira https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51117 Revista Completa 2024-02-02T17:11:25-03:00 Thainan Noronha de Andrade thainan.noronha@outlook.com <p>Revista Perspectiva Pictorum, Volume 2, número 2</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Thainan Noronha de Andrade https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistaperspectivapictorum/article/view/51114 Forma e representação – a concepção de espaço no mundo moderno 2024-02-02T16:52:28-03:00 Alfredo Jose Morales Martinez aj.morales@us.es <p>Editorial</p> 2024-02-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 Alfredo Jose Morales Martinez