Pampulha
Um Lugar para o Lazer
DOI:
https://doi.org/10.35699/2447-6218.2026.66695Palavras-chave:
Lazer e ócio, Arquitetura e urbanismo, Modernismo, Patrimônio culturalResumo
Este artigo tem como objetivo contribuir para a ampliação do conhecimento sobre espaços de lazer e ócio na cidade de Belo Horizonte, MG, Brasil. Em específico, são objetos de nosso estudo equipamentos culturais existentes no Conjunto Moderno da Pampulha, reconhecidos popularmente como locais de lazer e ócio, e sobre os quais incidem políticas públicas. Esse conjunto foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, nos primeiros anos da década de 1940, como polo de lazer e cultura de Belo Horizonte, e a partir de demanda por meio do então prefeito Juscelino Kubitschek (1940-1945). Em 2016, em reconhecimento aos valores culturais do conjunto, a UNESCO conferiu-lhe o título de Patrimônio da Humanidade. A propósito, dentre esses valores, destaca-se o fato do Conjunto Moderno da Pampulha expressar extraordinariamente a busca modernista por integração entre tecnologias construtivas avançadas e linguagens artísticas vanguardistas em, a um só tempo, a arquitetura, o urbanismo, o paisagismo, a escultura e a pintura. Especial ênfase é dada aqui à questão das políticas públicas implementadas com vistas a promover o acesso aos bens arquitetônicos e urbanísticos compreendidos como de lazer e ócio.
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