Arma de fogo para quê? Uma análise da percepção dos Guardas Municipais de Betim

  • Camila Cardeal

Resumo

Este artigo trata da temática do porte de arma de fogo pelos guardas municipais de Betim, a partir de suas expectativas quanto à implementação do Estatuto Geral das Guardas Municipais, Lei 13.022/2014, aprovado em agosto de 2014. A partir de entrevistas semiestruturadas com os comandantes da instituição e de um survey realizado com 100 Guardas Municipais daquela localidade, foi possível constatar que, em regra, esses profissionais demonstraram grande apreço ao porte de arma de fogo. Contudo, há uma dissonância entre a imagem que eles têm desse equipamento e a efetiva capacidade de seu uso interferir na realidade que eles atuam. 

 

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Biografia do Autor

Camila Cardeal

Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Mestranda em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro  - FJP.