No início do século XX, o corpo social brasileiro vivenciou os avanços econômicos frutos do desenvolvimento cafeeiro. No Sudeste do país, a cafeicultura impactou significativamente as relações sociais, o ordenamento social e os padrões de comportamento, o que foi registrado pelos periódicos que circulavam durante o período no interior de São Paulo, inclusive no município de Franca. Portanto, o presente artigo investiga as perspectivas da chamada elite intelectual francana acerca de comportamentos que julgavam apropriados ao convívio urbano, por meio da análise do discurso dos jornais O Almofadinha e A Melindrosa, da década de 1920.