Contradições do planejamento de assentamentos rurais: um estudo de caso da Comunidade de Resistência Roseli Nunes – Pequi/ MG

  • Roberta Vieira Raggi Instituto Cidade
  • Sérgio Manuel Merêncio Martins Departamento de Geografia e Programa de Pós-graduação em Geografia da UFMG
Palavras-chave: MST, Reforma agrária, Questão agrária brasileira

Resumo

A partir de 2003, quando o governo brasileiro passou a ser presidido por Luís Inácio Lula da Silva, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) conquistou a possibilidade de planejar os assentamentos vinculados ao Movimento em vários estados do país. Muito além de se restringir à execução de um documento, essa conquista é também o reconhecimento do Estado quanto à legitimidade da luta pela terra e, sobretudo, do direito do MST e assentados disporem sobre a organização de seus assentamentos segundo suas concepções. No entanto, essa conquista trouxe novas contradições que serão objeto de reflexão deste trabalho. Para evidenciar essas contradições apresentamos aqui o estudo de caso do assentamento Comunidade de Resistência Roseli Nunes, localizado no município de Pequi, em Minas Gerais.

Biografia do Autor

Roberta Vieira Raggi, Instituto Cidade
Sérgio Manuel Merêncio Martins, Departamento de Geografia e Programa de Pós-graduação em Geografia da UFMG
Sérgio Manuel Merêncio Martins é Doutor.
Publicado
2010-07-01
Seção
Artigos