Fetichismo, Golpe Retórico e a Crítica da Modernidade em Marx

Autores

  • Alexandre Abreu Medrado Universidade Federal de Minas Gerais
  • André Américo da Silva Universidade Federal de Minas Gerais
  • Bruno Siqueira Fernandes Universidade Federal de Minas Gerais

Palavras-chave:

Fetichismo, Teoria Marxista, Karl Marx, História do Termo, Rubin

Resumo

Marx, em sua obra O Capital (1867), apresenta uma relação estabelecida no seio da sociedade burguesa moderna: o fetichismo da mercadoria. Por muito tempo esse termo foi tratado com certo descaso e “o desenvolvimento das ideias de Marx acerca do fetichismo da mercadoria não atraiu particular atenção” (Rubin, p.68). O artigo parte então da observação do fetichismo enquanto teoria e contribuição à crítica da economia política clássica e, sobretudo, da modernidade. O trabalho traz, a partir da contribuição do texto de Roger Sansi (2008), a história do termo ao longo do tempo, desde o seu uso e designío inicial e será levado até o seu uso final como crítica modernidade-tradição. Feito isso, será mostrado como o golpe retórico (Fleck, p.144) utilizado por Marx a partir da inversão do uso desse termo se apresenta como contribuição à sua crítica modernidade-modernidade.

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Publicado

2017-06-21

Como Citar

MEDRADO, A. A.; DA SILVA, A. A.; FERNANDES, B. S. Fetichismo, Golpe Retórico e a Crítica da Modernidade em Marx. Revista Multiface Online, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 34–47, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/20151. Acesso em: 2 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos