O quinhão do inquilino
pagar o aluguel ou enfrentar a perspectiva de despejo – uma resposta ao Bazerman
Palavras-chave:
Bazerman, plágio, originalidade, paradoxo, éticaResumo
O ponto de vista de Bazerman (cf. Bazerman, nesta edição da RBLA) de que a noção de plágio é cercada de um paradoxo conceitual, fundamental está absolutamente correto até certa medida, mas isso é apenas um de uma multiplicidade de paradoxos inter-relacionados que infestam todo o campo conceitual. Por um lado, isso faz do plágio um conceito (se é que poderíamos considerá-lo assim!) muito difícil de lidar, com casos particulares de suposto plágio quase impossíveis de serem identificados com clareza ou absoluta certeza. Mas, por outro lado, é perfeitamente razoável continuar a ver a questão do plágio como uma questão ética, embora não necessariamente um imperativo moral.
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Referências
DERRIDA, Jacques. Structure, sign and play in the discourse of the human sciences. In: Writing and Difference. Translated into English by Alan Bass. Chicago: University of Chicago Press, 1978 [1967].
RUSHDIE, Salman. In Good Faith. London: Penguin, 1990.
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