Educação linguística como prática da liberdade
Palavras-chave:
Prescrição gramatical, performatividade, ensino de língua portuguesaResumo
Acolhendo perspectivas críticas presentes na Linguística Aplicada (Ferraz; Duboc; Souza, 2020; Mendes, 2022) e na pedagogia libertadora de Freire (2009), neste texto problematizo um enfoque de educação linguística como prática da liberdade, tecendo uma crítica à performance docente em língua portuguesa sob prescrição gramatical, a partir de reflexões sobre experiências por mim vivenciadas em contextos de educação básica. Considerando que performances docentes em/sobre linguagem e em/sobre o ensino de linguagem constituem dizeres escolares que se fazem sociais (Austin, 1962), pedagogias docentes verticalizadas, com didáticas transfrásticas e exclusivistas em direção à norma culta, produzem significados de reprodução, conservação e preservação de aspectos linguísticos e sociais, limitando possibilidades de diálogo e de existência de diferenças concorrentes.
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