v. 2 n. 1 (2021): Dossiê - Outras vidas contra o espetáculo: o animal, a planta, a máquina e o alien (jan/jun 2021)
Produções artísticas

Chernobyl Herbarium: série de raiografias

Anaïs Tondeur
Royal College of Arts, Londres, Inglaterra
Biografia

Publicado 26-08-2021

Como Citar

TONDEUR, A. Chernobyl Herbarium: série de raiografias. (Des)troços: revista de pensamento radical, Belo Horizonte, v. 2, n. 1, 2021. DOI: 10.53981/destroos.v2i1.35826. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/35826. Acesso em: 25 jun. 2024.

Resumo

"Chernobyl Herbarium": Raiografias - Impressão de pigmento em papel de algodão. Dimensões: 24x36 cm. 2011-em andamento

Sobre a artista: Anaïs Tondeur é artista visual. Mestra em "Mixed-media" (Artes mistas) pela Royal College of Arts (2010), e bacharel em Artes Têxteis pela Central Saint Martins College (2008) em Londres. Já trabalhou como artista residente junto aos cientistas do Museu de História Natural, bem como da Universidade Pierre e Marie Curie, Sorbonne-Paris (2015), e no Centre National d'Etudes Spatiales, Paris (2015). Trabalhou ainda no Laboratório de Hidrodinâmica (LadHyx) na Ecole Polytechnique do National Centre for Scientific Research, França (2013-2015). Atualmente, realiza pesquisa em solos urbanos com antropólogos, geógrafos e ecologistas como parte do laboratório de Chamarande com curadoria da COAL (Coalition for Art and Sustainable Development).

Sobre as raiografias: Projeto composto por raiogramas de plantas cresceram nos solos da Zona de Exclusão de Chernobyl, estudada pela equipe da biogenética Martin Hajduch que analisa os impactos da radioatividade na flora. As imagens foram criadas pela impressão direta de espécimes de um herbário radioativo em placas fotossensíveis. Traços de traços materiais de um desastre invisível, essas imagens são capturadas na borda do visível. Compõem o livro "The Chernobyl Herbarium: fragments of an exploded consciousness" de Michael Marder e Anaïs Tondeur, junto a 35 fragmentos de textos do filósofo Marder, os quais convidam a refletir, significar e simbolizar, fazendo um balanço da consciência fragmentada do acidente e, talvez, cultivando outra forma de viver mais afinada com o meio ambiente.

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