Pistas para una ontología fractal en Félix Guattari

la fractalización de los territorios existenciales

Autores/as

  • Miguel Delanoy Polidori Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil https://orcid.org/0000-0002-9859-979X
  • Luciano Bedin da Costa Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil
  • José Ricardo Kreutz Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pelotas, Brasil https://orcid.org/0000-0001-5446-4503

DOI:

https://doi.org/10.53981/destroos.v5i1.51952

Palabras clave:

ontología fractal, fractalización, Guattari, esquizoanálisis

Resumen

Este artículo realiza una investigación teórico-conceptual del concepto de fractalización en la filosofía de la diferencia y en la esquizoanálisis, con el objetivo de explorar la ontología fractal propuesta por Félix Guattari en sus últimos trabajos. Para ello, proponemos una comprensión de la geometría fractal en las matemáticas, mapeamos algunas pistas de las primeras apariciones de la geometría fractal en la filosofía de la diferencia y trazamos un camino teórico a través de los conceptos de espacio liso y espacio estriado en Mil mesetas, seguido por la teoría de las líneas, para finalmente llegar a la ontología fractal, que vemos articulada con la ontología maquínica propuesta por Guattari en Caosmosis. Al enfatizar las dimensiones éticas, estéticas y políticas de la fractalización, concluimos que la ontología fractal puede convertirse en una herramienta analítica útil para crear metamodelizaciones capaces de enfrentar el pluralismo ontológico y los continuos mecanismos de captura y homogeneización en los procesos de subjetivación.

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Biografía del autor/a

  • Miguel Delanoy Polidori, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil

    Graduado em Psicologia pela UFPel. Mestrando em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS. Desenvolve pesquisas em Psicologia Social, Esquizoanálise, Filosofia da Diferença e Psicanálise, com interesse na transdisciplinaridade que atravessa conceitos para a apreensão de modos e processos de subjetivação no contemporâneo. E-mail: miguel.polidori@gmail.com.

  • Luciano Bedin da Costa, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil

    Doutor e Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Su (UFRGS). Professor Associado da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-graduação em Psicologia Social e Institucional (PPGPSI) da UFRGS, RS, Brasil. Coordena o Grupo Políticas do Texto (UFRGS), sendo um dos editores do selo Nota Azul (UFRGS) e de O Onírico: o primeiro jornal oniropolítico do Brazil. Faz parte do "GEFI - Grupo de Pesquisa em Educação, Filosofia e Imagem" e do "NUPPEC Núcleo de Pesquisa em Psicanálise, Educação e Cultura. E-mail: bedin.costa@gmail.com.

  • José Ricardo Kreutz, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pelotas, Brasil

    Doutor em Educação, Mestre em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS. Professor Associado do Curso de Psicologia da UFPel, pesquisador dos movimentos aberrantes da história camponesa no período colonial, supervisor de estágios com perspectiva na Esquizoanálise. E-mail: jrkreutz@gmail.com.

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Publicado

2024-10-10

Cómo citar

POLIDORI, Miguel Delanoy; COSTA, Luciano Bedin da; KREUTZ, José Ricardo. Pistas para una ontología fractal en Félix Guattari: la fractalización de los territorios existenciales. (Des)troços: revista de pensamento radical, Belo Horizonte, v. 5, n. 1, p. e51952, 2024. DOI: 10.53981/destroos.v5i1.51952. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/51952. Acesso em: 26 apr. 2026.

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