Psicoanálisis Severina
DOI:
https://doi.org/10.53981/destroos.v5i2.56176Palabras clave:
Psicoanálisis, Colonialidad, Inconsciente, ClínicaResumen
Nuestro propósito es trazar lineamientos para la clínica psicoanalítica desde una perspectiva decolonial. Para ello trabajamos teóricamente con la lógica de la predicación y la defensa inconsciente de la cripta. Utilizamos las tres declinaciones predicativas “yo soy”, “tú eres”, “él es”, destacando la función fatídica y mortal de esta última. Y tomamos la cripta como un signo de corrupción basándonos en la semiótica de Pierce. Utilizamos elementos de la cultura brasileña y una intervención realizada en un quilombo urbano para resaltar cómo estos elementos conceptuales se convierten en lectura e interpretación clave para la clínica psicoanalítica. Volvemos a los autores decoloniales y concluimos discutiendo seis principios clínicos: excavar una memoria para el futuro, descifrar el discurso ideológico actual; nombrar el gozo o construir un discurso sobre uno mismo; operar con los restos del lenguaje, abriendo grietas en el sentido arbitrado por el Otro; rompiendo así la defensa estructurada por la cripta; y, finalmente, recomponer la historia y asumir en ella su lugar de responsabilidad.
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