Resistência para além dos arquétipos
DOI:
https://doi.org/10.53981/destroos.v4i1.46387Palavras-chave:
Emma Goldman, Resistência, Anarquismo, História IntelectualResumo
Este texto surge da necessidade de reconhecer determinadas trajetórias de vida como experiências que, ao serem apuradas, podem contribuir para a ampliação de nossos horizontes conceituais e práticos em relação às ações que podem ser compreendidas como parte de uma política radical anarquista. Revisitando a perspectiva de Emma Goldman, com base em uma metodologia pensada para a história intelectual e política, destacaremos suas possíveis contribuições para o desenvolvimento de um ativismo que busca promover formas de vida mais autônomas. Ao examinar os vestígios deixados por Goldman, torna-se evidente o caráter itinerante do anarquismo e sua contribuição para um ativismo intrinsecamente vinculado às concepções de corpo e vida como formas de resistência.
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