La migración como forma-de-vida

política y lenguaje de Giorgio Agamben

Autores/as

  • Maria Lucia Rodrigues da Cruz Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.53981/destroos.v4i2.47769

Palabras clave:

Giorgio Agamben, migraciones, forma-de-vida, lenguaje

Resumen

Este artículo se sumerge en el campo del lenguaje, pensando en el concepto de modo de vida en una dimensión política en el ámbito de las migraciones. Para ello, recurrimos a las obras de Giorgio Agamben, especialmente a Homo Sacer: poder soberano y vida desnuda (1995), Máxima pobreza: reglas monásticas y forma de vida (2011), El uso de los cuerpos (2017). Seguimos un camino metodológico basado en un análisis interpretativo de estos trabajos. Por tanto, sostenemos que la migración puede entenderse como una forma-de-vida. En este sentido, finalmente, establecemos una relación entre el concepto de formas-de-vida y el tema de la migración, apuntando a radicalizar una cierta ruptura en los límites normativos presentes en el lenguaje de la política actual –que sólo se ha preocupado por llevar a cabo la captura biopolítica de vidas, separándolas de sus formas.

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Biografía del autor/a

  • Maria Lucia Rodrigues da Cruz, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, Brasil

    Mestra e Doutoranda em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com bolsa da CAPES. Bacharela em Direito pela Faculdade de Direito Curitiba (UNICURITIBA). Este trabalho é uma Publicação parcial da pesquisa desenvolvida em sede de Mestrado no programa de Pós-Graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná e fomentada pela CAPES. E-mail: mari.luciac@gmail.com.

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Publicado

2024-02-12

Cómo citar

CRUZ, Maria Lucia Rodrigues da. La migración como forma-de-vida: política y lenguaje de Giorgio Agamben. (Des)troços: revista de pensamento radical, Belo Horizonte, v. 4, n. 2, p. e47769, 2024. DOI: 10.53981/destroos.v4i2.47769. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/47769. Acesso em: 4 apr. 2026.

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