Quando o narrador encara seus fantasmas

a poética do medo e o espírito da esperança em No Brasil não há leões, de Álvaro Curia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17851/2359-0076.46.75.77-101

Palavras-chave:

Poética do medo, espírito de esperança, alteridade, Álvaro Curia

Resumo

A partir de algumas inferências sobre o medo, sobretudo, as desenvolvidas por Bauman (2008) e Tuan (2005), pretendo tecer algumas reflexões do mais recente romance do escritor português Álvaro Curia, No Brasil não há leões (2025). Ao lado desta poética do medo, procurarei contrapor o espírito de esperança, tal como definido por Han (2024), como elementos articulados diante da alteridade (Bauman, 2005; Paes, 1999) apresentado pelo protagonista da trama.

Biografia do Autor

  • Jorge Vicente Valentim, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) | São Carlos | SP | BR

    Professor Titular do Departamento de Letras da UFSCar

    Professor do Quadro Permanente do PPGLit/UFSCar

    Bolsista BPE/FAPESP

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Publicado

2026-08-27

Edição

Seção

Dossiê: Figurações do Outro nas Literaturas de Língua Portuguesa

Como Citar

Quando o narrador encara seus fantasmas: a poética do medo e o espírito da esperança em No Brasil não há leões, de Álvaro Curia. (2026). Revista Do Centro De Estudos Portugueses, 46(75), 77-101. https://doi.org/10.17851/2359-0076.46.75.77-101