GUIA DE ACESSIB/ILIDADE: UM ESTUDO DE POTENCIAIS USUÁRIOS DE UM GUIA DE LOCAIS ACESSÍVEIS EM BH
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Resumo
Resumo
Este artigo apresenta um estudo de potenciais usuários de um guia virtual de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida de estabelecimentos e localidades públicas e privadas de Belo Horizonte. Trata-se de um sistema que permitirá que os usuários incluam diversos tipos de localidades existentes na cidade (museus, praças, shoppings, bares, etc) e avaliem tais locais quanto ao grau de acessibilidade. A coleta de dados foi executada em duas fases: para a primeira fase, quantitativa, foi distribuído um questionário tanto através da Web quanto aplicado presencialmente e para segunda fase, foram realizadas entrevistas individuais e prototipação com avaliação dos usuários. Na primeira fase, constatou-se que muitas das pessoas pesquisadas são cadeirantes ou possuem outras limitações de locomoção, sendo que mais da maioria sai acompanhado (predominando passeios em shoppings, restaurantes ou espaços culturais), sendo necessário considerar necessidades do grupo de acompanhantes na construção de um possível guia. Os meios de transporte são considerados pouco ou nada acessíveis por cerca de 80% dos respondentes. Apenas 9% não deixa de sair de casa por problemas de inacessibilidade. A pesquisa qualitativa, por sua vez, revelou que além das barreiras arquitetônicas, há também barreiras atitudinais na frequência aos espaços urbanos. Um aplicativo que recomende locais acessíveis deve levar em consideração: dois perfis de usuário (o deficiente e ou cuidador), as diferentes deficiências e as adaptações necessárias nos espaços urbanos para cada uma dessas deficiências, além de avaliações resumidas de cada espaço.
Este artigo apresenta um estudo de potenciais usuários de um guia virtual de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida de estabelecimentos e localidades públicas e privadas de Belo Horizonte. Trata-se de um sistema que permitirá que os usuários incluam diversos tipos de localidades existentes na cidade (museus, praças, shoppings, bares, etc) e avaliem tais locais quanto ao grau de acessibilidade. A coleta de dados foi executada em duas fases: para a primeira fase, quantitativa, foi distribuído um questionário tanto através da Web quanto aplicado presencialmente e para segunda fase, foram realizadas entrevistas individuais e prototipação com avaliação dos usuários. Na primeira fase, constatou-se que muitas das pessoas pesquisadas são cadeirantes ou possuem outras limitações de locomoção, sendo que mais da maioria sai acompanhado (predominando passeios em shoppings, restaurantes ou espaços culturais), sendo necessário considerar necessidades do grupo de acompanhantes na construção de um possível guia. Os meios de transporte são considerados pouco ou nada acessíveis por cerca de 80% dos respondentes. Apenas 9% não deixa de sair de casa por problemas de inacessibilidade. A pesquisa qualitativa, por sua vez, revelou que além das barreiras arquitetônicas, há também barreiras atitudinais na frequência aos espaços urbanos. Um aplicativo que recomende locais acessíveis deve levar em consideração: dois perfis de usuário (o deficiente e ou cuidador), as diferentes deficiências e as adaptações necessárias nos espaços urbanos para cada uma dessas deficiências, além de avaliações resumidas de cada espaço.
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Como Citar
GUIA DE ACESSIB/ILIDADE: UM ESTUDO DE POTENCIAIS USUÁRIOS DE UM GUIA DE LOCAIS ACESSÍVEIS EM BH. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 6, n. 2, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/moci/article/view/17013. Acesso em: 4 jul. 2026.