Consciência social de inequidade de gênero no trabalho

adaptação e evidências de validade do KGE-Br

Autores

  • Luana de Souza Barros UFU
  • Ligia Carolina Oliveira Silva
  • Sônia Maria Guedes Gondim
  • Deniel Gomes Frutuoso
  • Pricila de Souza Zarife
  • Ligia Abreu Gomes Cruz

Resumo

O presente estudo teve como objetivo buscar evidências de validade de conteúdo e de estrutura interna do Knowledge of Gender Equity Questionnaire (KGE) para o português brasileiro. Procedeu-se com adaptação cultural do instrumento, avaliação por juízes especialistas, estudo piloto com cinco trabalhadoras do público-alvo e tradução reversa para avaliação pelos autores originais. Em seguida, conduziu-se em uma análise fatorial exploratória. Para isso, 339 trabalhadoras com idade média de 32,4 anos (DP=9,4), provenientes em sua maioria da região sudeste (63,3%), responderam o KGE-Br e um Questionário Sociodemográfico virtualmente. Os resultados indicaram unidimensionalidade da medida e necessidade de exclusão de três itens. Após sua retirada, os índices foram adequados, encontrou-se estabilidade da variável latente e consistência interna excelente (Ω = 0,90). Assim, foi possível concluir que o KGE-Br possui boas propriedades psicométricas. Por fim, são feitas recomendações para uso e é discutido o aprimoramento da escala.

Palavras-chave: igualdade de gênero; psicometria; diversidade no trabalho.

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Publicado

2026-08-21

Edição

Seção

Relatos de Pesquisa

Como Citar

Consciência social de inequidade de gênero no trabalho: adaptação e evidências de validade do KGE-Br. (2026). Mosaico: Estudos Em Psicologia, 14(1), 152-167. https://periodicos.ufmg.br/index.php/mosaico/article/view/53989