LAZER, TERRITÓRIO E POLÍTICA CULTURAL PÚBLICA:

a noção de comunidade nos Pontos de Cultura/Cultura Viva

Autores

Resumo

Este trabalho focaliza a política cultural pública denominada Pontos de Cultura/Cultura Viva (2004-2016) com o intuito de compreender sua implementação nas territorialidades geográficas urbanas denominadas ‘comunidade’ na cidade de Belo Horizonte/MG. Como essa política foi pensada para dinamizar, promover e estimular a cultura de base comunitária em todas as regiões do Brasil, nesse artigo procura-se entender o significado teórico-prático dessa territorialidade nomeada como ‘comunidade’ por meio do estudo de caso de dois pontos de cultura belo-horizontinos.

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Biografia do Autor

Agustín Arosteguy, CONICET-IGRA-UBA

Pós-doutor no Instituto de Geografia da Universidade de Buenos Aires/CONICET e pesquisador do Grupo LUCE: Ludicidade, Cultura e Educação (UFMG) e do Grupo Cultura, Naturaleza y Territorio (UBA). Instituto de Geografia Romualdo Ardissone/CONICET. Universidad de Buenos Aires. Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina.

Christianne Luce Gomes, UFMG

Professora do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutora em Educação, com Pós-doutorado em Ciências Políticas e Sociais. Pesquisadora da Fapemig (PPM), bolsista DTI-A do CNPq e Líder do Grupo de pesquisa LUCE: Ludicidade, Cultura e Educação (UFMG/CNPq). Universidade Federal de Minas Gerais/CNPq/Fapemig. Grupo de Pesquisa LUCE: Lucidade, Cultura e Educação. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

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Publicado

2020-08-13