Dos grupos de discussão às redes neurais
reflexões sobre o desenvolvimento de um léxico mental
Résumé
Ao fazer uma analogia com o desenvolvimento de um grupo de discussão via email, este artigo discute a possível natureza, desenvolvimento e funcionamento do léxico mental em processos de aquisição de uma língua segundo a perspectiva conexionista. Fenômenos muito parecidos podem ser observados ao longo do processo de estruturação tanto de uma língua como de um grupo de discussão, possibilitando, dessa forma, um entendimento mais claro de teorizações conexionistas recentes acerca da linguagem, aprendizagem e de processos cognitivos em geral, no âmbito dos estudos lingüísticos (em especial na pesquisa sobre aquisição de línguas) no Brasil.
Téléchargements
Références
ELLIS, N. C. Memory for language. In: ROBINSON, P. (Ed.). Cognition and Second Language Instruction. Cambridge: Cambridge University Press, 2001. p. 33-68.
ELLIS, N. C. Constructions, Chunking, and Connectionism: The Emergence of Second Language Structure. In: DOUGHTY, C.; LONG, M. (Eds.). The Handbook of Second Language Acquisition. Oxford, UK: Blackwell, 2003. p. 63-103.
ELMAN, J. L. An alternative view of the mental lexicon. Trends in Cognitive Science, v. 8, n.7, p. 301-306, 2004.
ELMAN, J. L. et al. Rethinking Innateness: a connectionist perspective on development. Cambridge, MA: Bradford/MIT Press, 1998. 447p.
MEARA, P. The dimensions of lexical competence. In: BROWN, G. et al. Performance & Competence in Second Language Acquisition. Cambridge: Cambridge University Press, 1996. p. 35-53.
PINKER, S. The Language Instinct. London: Penguin Books, 1994. 494p.
SINGLETON, D. Lexis and the lexicon: some general considerations. In: SINGLETON, D. Exploring the Second Language Mental Lexicon. Cambridge: Cambridge University Press, 1999. p. 8-38.
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence
(c) Copyright Revista Brasileira de Linguística Aplicada 2020

Ce travail est disponible sous la licence Creative Commons Attribution 4.0 International .
Autores de artigos publicados pela RBLA mantêm os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons BY Attribution 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado.


