“Learning English Differently in the Same Way”

Discursive Representations of Language Coaches

Authors

Keywords:

discourse, English teaching-learning, neoliberalism

Abstract

Based on studies on trans/indisciplinary applied linguistics and on discursive theories of language, this paper investigates discursive representations of English teaching & learning by language coaches. To this end, this study investigated enunciative regularities in a corpus of utterances of English coaches on YouTube videos, delineating four main representations: (1) one does not learn English by formal methods; (2) one learns English by avoiding their mother tongue; (3) one learns English by believing in their own potential; and (4) one learns English by establishing goals. The analyses indicate a neoliberal interdiscursivity that is updated in the supposed novelty brought by the profession and reinforces the imaginary that teaching and learning a second language is a natural and spontaneous process that can be controlled and mastered, thus exempting any conflicts and tensions inherent to the subject of language.

Downloads

Download data is not yet available.

References

APRENDA #inglês com um coach de #idiomas. [S. l.: s. n.], 2016. 1 vídeo (17 min). Publicado pelo canal Tátiana Fedatto. Disponível em: https://youtu.be/xrB4dvXyFAQ. Acesso em: 4 out. 2021.

APRENDENDO outro idioma: Coach Felipe Lima. [S. l.: s. n.], 2016. 1 vídeo (13 min). Publicado pelo canal Felipe Lima. Disponível em: https://youtu.be/cIpYdhqFFd0. Acesso em: 4 out. 2021.

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes. 2003.

BIESTA, G. Learning. In: BIESTA, G. The beautiful risk of education. London: Paradigm, 2013. p. 59-76.

BLOCK, D. McCommunication: a problem in the frame for SLA In: SIMPSONS, J. (Ed.). Globalization and language teaching. Routledge: London, 2002. p. 117-133.

BRITO, C. C. P.; GUILHERME, M. F. F. Língua estrangeira, corporalidade e saberes em acontecimentos discursivos midiáticos. Raído, Dourados, v. 12, n. 31, p. 147-168, 2018.

BRITO, C. C. P.; GUILHERME, M. F. F. Memorial de aprendizagem e a formação do professor: vozes constitutivas da relação aprender/ensinar línguas estrangeiras. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 14, n. 3, p. 511-532, 2014.

BRITO, C. C. P.; GUILHERME, M. F. F. Linguística Aplicada e Análise do Discurso: possíveis entrelaçamentos para a constituição de uma epistemologia. Cadernos Discursivos, Catalão, v.1, n. 1, p. 17-40, ago./dez, 2013.

BRITO, C. C. P.; RIBAS, F. C. “Como se forma um professor de língua inglesa?”: reflexões a partir da reforma curricular de um curso de Letras. Revista Letras Raras, Campina Grande, v.8, n. 3, p. 9-35, 2019.

CANAGARAJAH, S. Reconstructing local knowledge. Journal of Language, Identity & Education, Abingdon, v. 1, n. 4, p. 243-260, 2002.

ECKERT-HOFF, B. M. A escritura de si na formação do professor. In: BERTOLDO, E. S. (Org.). Ensino e aprendizagem de línguas e a formação do professor: perspectivas discursivas. São Carlos: Claraluz, 2009. p. 135-151.

GUILHERME, M. F. F. Línguas estrangeiras, ensino-aprendizagem e formação política de professores. In: FIGUEIRA-BORGES, G.; SILVA, M. A. Ensino de Línguas em Diferentes Contextos. Campinas: Pontes, 2017, p.15-28.

GUILHERME, M. F. F. Competência oral-enunciativa em língua estrangeira (inglês): fronteiras e limites. Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL), PUC-SP. 2008.

HASHIGUTI, S. T. Can we speak English? Reflections on the unspoken EFL in Brazil. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, v. 56, n. 1, p. 213-233, 2017.

INSTITUTO BRASILEIRO DE COACHING. O que é coaching? Goiânia: Instituto Brasileiro de Coaching, [2018]. Disponível em: https://bit.ly/3AbUu2p. Acesso em: 4 out. 2021.

INSTITUTO HOLOS. O que é coaching? [S. l.]: Instituto Holos, 2021. Disponível em: https://bit.ly/3A7o5tN. Acesso em: 4 out. 2021.

KUMARAVADIVELU, B. Ensuring social relevance. In: KUMARAVADIVELU, B. Beyond methods: macrostrategies for language teaching. New Heaven: Yale University Press, 2003. p. 239-266.

KUMARAVADIVELU, B. Toward a postmethod pedagogy. Tesol Quarterly, Hoboken, v. 35, n. 4, p. 537-560, 2001.

MIGNOLO, W. D.; WALSH, C. E. On decoloniality: concepts, analytics, praxis. Durham: Duke University Press, 2018.

MOITA LOPES, L. P. (Org.). Por uma linguística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola, 2006.

MUNIZ, C. Coaching é crime? Entenda o que está por trás desse debate. Folha de S.Paulo, São Paulo, 22 jun. 2019. Disponível em: https://bit.ly/3lfgzcl. Acesso em: 4 out. 2021.

MURCE FILHO, N. F. O “imperativo da aplicação” na formação de professores de línguas: uma discussão sobre psicanálise e universidade. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, v. 52, n. 1, p. 93-105, 2013.

PENNYCOOK, A. Uma linguística aplicada transgressiva. In: MOITA LOPES, L. P. (Org.). Por uma linguística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola, 2006. p. 67-84.

PIRES, V. L. Dialogismo e alteridade ou a teoria da enunciação em Bakhtin. Organon, Porto Alegre, v. 16, n. 32/33, p. 35-48, 2002.

REVUZ, C. A língua estrangeira entre o desejo de um outro lugar e o risco do exílio. In: SIGNORINI, I. (Org.) Língua(gem) e identidade: elementos para uma discussão no campo aplicado. Campinas: Mercado de Letras; São Paulo: Fapesp, 1998. p. 213-230.

RITZER, G. The mcdonaldization of society. Thousand Oaks: Pine Forge Press, 1996.

SLAC COACHING. O que é coaching e quais os tipos de coaching? [S. l.]: SLAC Coaching, 2021. Disponível em: https://bit.ly/2YbWlqG. Acesso em: 4 out. 2021.

SZUNDY, P. T. C.; FABRÍCIO, B. F. Linguística aplicada e indisciplinaridade no Brasil: promovendo diálogos, dissipando brumas e projetando desafios epistemológicos. In: SZUNDY, P. T. C.; TÍLIO, R.; MELO, G. C. V. de. (Orgs.). Inovações e desafios epistemológicos em linguística aplicada: perspectivas sul-americanas. Campinas: Pontes, 2019. p. 63-89.

TAVARES, C. N. V. Deslocamentos identitários no encontro com uma língua estrangeira. In: BERTOLDO, E. S. (Org.). Ensino e aprendizagem de línguas e a formação do professor: perspectivas discursivas. São Carlos: Claraluz, 2009. p. 51-69.

Published

Jul-Thu-2022