Qualidade de vida e condição clínica de indivíduos com hanseníase

Autores

  • Ester Missias Villaverde Antas Universidade Federal da Paraíba - UFPB
  • Karen Krystine Gonçalves de Brito Faculdade Nova Esperança - FACENE, Enfermagem. João Pessoa, PB - Brasil
  • Emanuelle Malzac Freire de Santana Faculdade Nova Esperança - FACENE, Fisioterapia. João Pessoa, PB - Brasil
  • Matheus de Medeiros Nóbrega Universidade Federal da Paraíba - UFPB, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós Graduação de Enfermagem. João Pessoa, PB - Brasil.
  • Xênia Sheila Barbosa Aguiar Queiroz Universidade Federal da Paraíba - UFPB, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós Graduação de Enfermagem. João Pessoa, PB - Brasil.
  • Maria Julia Guimarães de Oliveira Soares Universidade Federal da Paraíba - UFPB, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós Graduação de Enfermagem. João Pessoa, PB - Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.35699/2316-9389.2022.40403

Palavras-chave:

Hanseníase, Qualidade de vida, Enfermagem, Osteoporose

Resumo

Objetivo: Analisar a qualidade de vida dos indivíduos com hanseníase em tratamento na rede de Atenção Básica e Especializada de saúde e sua comparação de acordo com as condições clínicas dos pacientes. Método: Estudo transversal, de caráter analítico, realizado na Atenção Básica e Especializada de saúde em João Pessoa, Paraíba, Brasil. A amostra foi coletada entre os meses de janeiro a março de 2017, sendo composta por 96 indivíduos em tratamento para doença, na faixa etária acima de 18 anos de idade. As informações foram coletadas utilizando-se formulário semiestruturado contendo variáveis sociodemográficas e clínicas, e o instrumento validado World Health Organization Quality of life Assessment bref. Os dados foram analisados com base nas técnicas de análise descritiva e aplicado os testes de Normalidade (Kolmogorov-Smirnov), Levene, t paramétrico e ANOVA (teste post hoc tukey). Resultados: O escore geral para qualidade de vida entre os 96 participantes da pesquisa manteve-se intermediário (x¯=57,04) sendo o domínio físico mais afetado negativamente (x¯=54,09). Concernente as questões contidas nos domínios, "Recreação e lazer" (x¯=31,41), "Sentimentos negativos" (x¯=35,16), "Recursos Financeiros" (x¯=35,68) e "Dor e desconforto" (x¯=35,68) apresentaram menor escore médio. Pacientes com condições clínicas "osteoporose e artrose" (p = 0,011) e "neurite atual" (p = 0,001) obtiveram qualidade de vida em nível intermediário. Conclusão: Evidenciou-se que pessoas com hanseníase tem qualidade de vida em nível intermediário, principalmente quando associado a neurite e comorbidades, o que ressalva a necessidade de acompanhamento contínuo dos participantes da pesquisa.

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Publicado

2022-09-23

Como Citar

1.
Antas EMV, Brito KKG de, Santana EMF de, Nóbrega M de M, Queiroz XSBA, Soares MJG de O. Qualidade de vida e condição clínica de indivíduos com hanseníase. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 23º de setembro de 2022 [citado 30º de setembro de 2022];26. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/40403

Edição

Seção

Pesquisa