Estratégias utilizadas por enfermeiros na readaptação funcional de trabalhadores de enfermagem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5935/1415-2762.20170040

Palavras-chave:

Enfermagem, Gestão em Saúde, Saúde do Trabalhador, Readaptação ao Emprego, Pesquisa Qualitativa

Resumo

Objetivo: conhecer as estratégias de enfermeiros ao receber o trabalhador de enfermagem em readaptação funcional. Metodologia: estudo qualitativo, descritivo exploratório, realizado em um hospital universitário no Sul do Brasil. Os dados foram coletados por meio de entrevista semiestruturada com 19 enfermeiros, entre maio e julho de 2016. Para análise e interpretação dos dados, optou-se pela proposta operativa de Minayo. Resultados: as informações convergiram para duas categorias: acolhimento e cuidado com o trabalhador em readaptação funcional no cenário laboral; planejamento do processo de readaptação do trabalhador de enfermagem. Conclusões: os enfermeiros perceberam o acolhimento, a negociação e o processo de comunicação, como estratégias a serem utilizadas para melhor readaptação do trabalhador de enfermagem que retorna ao trabalho permeado pelo cuidado e respeito às limitações laborais, requerendo uma integração entre a equipe e o membro readaptado.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

1. Araújo KM, Leta J. Os hospitais universitários federais e suas missões institucionais no passado e no presente. Hist Ciênc Saúde Manguinhos. 2014[cited 2016 Nov 28]21(4):1261-81. Available from: http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v21n4/0104-5970-hcsm-S0104-59702014005000022.pdf

2. Chiavenato I. Gerenciando com as pessoas: transformando o executivo em um excelente gestor de pessoas. 5ª ed. Barueri (SP): Manole; 2015.

3. Cacciari P, Haddad MCL, Vannuchi MTO, Marengo RA. Socio demographic and occupational characterization of readjusted and rehabilitated nursing staff. Rev Enferm UERJ. 2013[cited 2015 June 22]21(3):318-23. Available from: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/article/view/7462/6587

4. Ministério da Saúde (BR). Lei nº 8.112, de 11 de dez. de 1990. Institui o Regime Jurídico dos Servidor Públicos Civis da União, das autarquias, inclusive as em regime especial e das fundações públicas federais. Brasília: MS; 1990. [cited 2016 June 28] Available from: http://www.dacc.unir.br/submenu_arquivos/476_lei_8112_90_3ed.pdf

5. Batista JM, Juliani CMCM, Ayres JR. Retraining due to illness and its implications in nursing management. Rev Latino-am Enferm. 2010[cited 2015 June 27]18(1):87-93. Available from: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v18n1/14.pdf

6. Toldrá RC, Daldon MTB, Santos MC, Lancman S. Facilitadores e barreiras para o retorno ao trabalho: a experiência de trabalhadores atendidos em um centro de referência em saúde do trabalhador. Rev Bras Saúde Ocup. 2010[cited 2017 Jan 09]35(121):10-22. Available from: http://dx.doi.org/10.1590/S0303-76572010000100003.

7. Silva SM, Baptista PCP. Novos olhares sobre o sujeito que adoece no trabalho hospitalar. Cogitare Enferm. 2013[cited 2016 Nov 28]18(1):163-6. Available from: http://www.redalyc.org/pdf/4836/483648961024.pdf

8. Appolinário S. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning; 2012.

9. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14ª ed. São Paulo: Hucitec; 2014.

10. Ministério da saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde. Resolução 466, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasilia: MS; 2012. [cited 2016 Nov 15]. Available from: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf

11. Cestari E, Carlotto MS. Reabilitação profissional: o que pensa o trabalhador de saúde sobre sua reinserção. Estud Pesqui Psicol. 2012[cited 2016 June 18]12(1):93-115. Available from: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/epp/v12n1/v12n1a06.pdf

12. Silveira CD, Stipp MAC, Mattos VZ. Fatores intervenientes na satisfação para trabalhar na enfermagem de um hospital no Rio de Janeiro. Rev Eletrônica Enferm. 2014[cited 2016 Nov 28]16(1):100-8. Available from: https://www.revistas.ufg.br/fen/article/view/21002/16448

13. Eduardo EA, Peres AM, Kalinowski CE, Cunha ICKO, Bernardino E. O negociador que se tem e o negociador que se quer na enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2016[cited 2016 Nov 20] 25(3):103-15. Available from: https://www.revistas.ufg.br/fen/article/view/21002/16448

14. Santos MC, Bernardes A. Comunicação da equipe de enfermagem e a relação com a gerência nas instituições de saúde. Rev Gaúcha Enferm. 2010[cited 2016 Nov 05]31(2):359-66. Available from: http://www.scielo.br/pdf/rgenf/v31n2/22.pdf

15. Ministry of Health and Long-Term Care (CA). Registered Nurses' Association of Ontario. Managing and mitigating conflict in health-care Teams. Toronto (CA): Registered Nurses' Association of Ontario; 2012. [cited 2016 Dec 15]. Available from: http://rnao.ca/sites/rnao-ca/files/Managing-conflict-healthcare-teams_hwe_bpg.pdf

16. Sade PMC, Peres AM. Development of nursing management competencies: guidelines for continuous education services. Rev Esc Enferm USP. 2015[cited 2016 Nov 20]49(6):991-8. Available from: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v49n6/pt_0080-6234-reeusp-49-06-0991.pdf

17. Silva GT, Cunha CRT, Costa ALRC, Maruyama, Sônia AT. Experiência de adoecimento e licença médica: o caso de uma técnica de enfermagem. REME - Rev Min Enferm. 2013[cited 2016 June 29]17(1):208-16. Available from: http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/591

18. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (BR). Secretaria de Gestão Pública. Departamento de Política de Saúde. Manual de perícia oficial em saúde do servidor público federal. Portaria nº 797 de 22 de março de 2010. Revisado pela Portaria nº 235, de 05 de dezembro de 2014. Brasilia: MPOG; 2014. [cited 2016 Nov 20]. Available from: https://residuos.farmacia.ufg.br/up/705/o/Manual_de_per%C3%ADcia_oficial_em_sa%C3%BAde_do_servidor_p%C3%BAblico_federal_2014.pdf

19. Kurcgant P. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2014.

20. Cacciari P, Haddad MCL, Dalmas JC. Worker stress level with functional rearrangement and readaptation in a public state university. Texto Contexto Enferm. 2016[cited 2017 Jan 09]25(2):e4640014. Available from: http://www.scielo.br/pdf/tce/v25n2/0104-0707-tce-25-02-4640014.pdf

21. Cacciari P, Farias SE, Guariente MHDM, Haddad MCL, Marntins EAP. Proposta de cuidado para trabalhadora readaptada baseado na teoria de Orem. Rev Enferm UFPE online. 2014[cited 2016 June 09]8(5):1254-60. Available from: http://10.5205/reuol.5863-50531-1-ED.0805201420

22. Baptista PCP, Pustiglione M, Almeida MCS, Felli VEA, Garzin ACA, Melleiro MM. Nursing workers health and patient safety: the look of nurse managers. Rev Esc Enferm USP. 2015[cited 2016 Nov 20]49(2):120-6. Available from: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v49nspe2/en_1980-220Xreeusp-49-spe2-0122.pdf

23. Canesqui AM, Barsaglini RA. Apoio social e saúde: pontos de vista das ciências sociais e humanas. Ciênc Saúde Coletiva. 2012[cited 2016 Nov 29]17(5):1103-14. Available from: http://www.scielo.br/pdf/csc/v17n5/a02v17n5.pdf

24. Rodrigues MR, Bretas ACP. O envelhecimento no trabalho na perspectiva de trabalhadores da área de enfermagem. Trab Educ Saúde. 2015[cited 2016 Nov 29]13(2):343-60. Available from: http://www.scielo.br/pdf/tes/v13n2/1981-7746-tes-1981-7746-sip00034.pdf

25. Filha MM, Costa MAS, Guilam MCR. Occupational stress and selfrated health among nurses. Rev Latino-Am Enferm. 2013[cited 2016 Nov 29]21(2):475-83. Available from: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v21n2/0104-1169-rlae-21-02-0475.pdf

Publicado

09-11-2017

Edição

Seção

Pesquisa

Como Citar

1.
Gracioli JC, Lima SBS de, Fonseca DF da, Fonseca GGP da, Rabello S kroll, Eberhardt TD. Estratégias utilizadas por enfermeiros na readaptação funcional de trabalhadores de enfermagem. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 9º de novembro de 2017 [citado 6º de maio de 2026];21. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/49866