Prática anticoncepcional e aspectos sexuais e reprodutivos de acadêmicos de enfermagem
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50397Palavras-chave:
Anticoncepção, Estudantes de Enfermagem, Saúde Sexual e ReprodutivaResumo
É perceptível em jovens o postergar dos planos no campo reprodutivo, todavia gravidez e doenças sexualmente transmissíveis (DST) ocorrem regularmente. Objetivou-se, com esta pesquisa, verificar a prática anticonceptiva de acadêmicos de enfermagem, a vulnerabilidade às DST/HIV/aids e a gravidez não planejada, bem como investigar perspectivas com relação à maternidade e à paternidade. Este é um estudo transversal, do tipo levantamento, efetuado com 164 acadêmicos da Universidades Federal e Estadual do Ceará, do 5º ao 9º semestre, de outubro de 2008 a março de 2009. Com relação aos aspectos sexuais, 126 (76,8%) sujeitos tinham vida sexual ativa; 50 (69,4%) afirmaram que se preparavam para a coitarca; 98 (77,8%) negaram arrependimento à iniciação sexual; e 94 (74,6%) afirmaram que utilizavam método anticoncepcional (MAC) na primeira relação sexual, prevalecendo o uso do condom. Para aqueles que utilizavam MAC, 35 (39,3) referiram o uso hormonal e 33 (37,1%) o do condom. Com relação à maternidade/paternidade, 107 (67,3%) querem ter dois filhos, em idade que variou para 85 (54,5%) dos acadêmicos entre 26 e 29 anos. A estabilidade financeira -101 (62,6%) - e o sucesso profissional - 61 (37,8%) - influenciaram nessa decisão. É relevante manter e/ou ampliar a discussão sobre o planejamento familiar na academia e para além desta, a fim de promover maior acesso dos acadêmicos a informações, levando-os a refletir sobre comportamento sexual saudável.Downloads
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