Uno para mirar de los adolescentes en los cambios en el embarazo: el promover a la salud mental en la atención básica

promovendo à saúde mental na atenção básica

Autores/as

  • Aline Alves Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, SC - Brasil.
  • Andreza Teresa Albino Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, SC - Brasil.
  • Maria de Fátima Mota Zampieri Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, SC - Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50358

Palabras clave:

adolescencia, embarazo en la adolescencia, promoción de la salud, salud mental

Resumen

Investigación cualitativa en la modalidad convergente asistencial con diez adolescentes embarazadas usuarias de una unidad básica de salud. Tiene el propósito de conocer la opinión de las adolescentes acerca de los cambios sociales, físicos y emocionales durante el embarazo, comportamientos para enfrentarlos y ayuda recibida. La recogida de datos ocurrió en agosto y septiembre de 2009, por medio de entrevista semiestructurada y observación participante hasta la saturación de los datos que fueron interpretados por el análisis de contenido y originaron las siguientes categorías: Confrontación con lo nuevo, cambios sociales, físicos y emocionales ante el embarazo y red de ayuda. Los resultados indican falta de preparación e inmadurez de las adolescentes para asumir el embarazo. El embarazo provoca alteraciones corporales, preocupación con la imagen , partoy el bebé, más responsabilidad, tristeza, alegría, estrés, miedo, alejamiento de la familia y de los amigos, cambios en el estilo de vida y abandono escolar. Causa reacciones personales, familiares y del compañero tales como elaboración, aceptación, negación, rechazo, culminando con la tentativa de aborto y suicidio. La red de ayuda mostró ser fundamental, centrándose básicamente en la madre y poco en los profesionales de salud. Este estudio les ofreció a las adolescentes la oportunidad de expresar sus vivencias durante el embarazo. Refuerza la necesidad de brindar atención interdisciplinaria, integral y personalizada a la adolescente embarazada, fortalecer la red de apoyo y de acciones de promoción de la salud mental además de contribuir a la producción de conocimiento y servir de subsidio para transformar las prácticas de salud en la atención básica.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

1. Brasil. Ministério da Saúde. Decreto no 8.069, 13 de Julho de 1990. Dispõe sobre o estatuto da criança e do adolescente e dá outras providências. O Estatuto da criança e do adolescente. Brasília: MS; 1990.

2. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Marco teórico e referencial Saúde sexual e saúde reprodutiva de adolescentes e jovens. Brasília: Ministério da Saúde; 2006.

3. Brasil. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Censo demográfico 2000. Brasília: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; 2003.

4. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Saúde do adolescente: competências e habilidades. Brasília: Ministério da Saúde; 2008.

5. Ximenes Neto FRG, Dias MAS, Rocha J, et al. Gravidez na adolescência: motivos e percepções de adolescentes. Rev Bras Enferm. 2007; 60(3): 279-85.

6. Aquino PS, Eduardo KGT, Barbosa RCM, et al. Reações da adolescente frente à gravidez. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2005; 9(2): 214-20.

7. Meneses CRAM. Fatores associados a transtornos mentais comuns e desejo de engravidar em gestantes adolescentes

[Tese]. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro; 2008.

8. Falcone VM, Mader CVN, Nascimento CFL, et al. Atuação multiprofissional e a saúde mental de gestantes. Rev Saúde Pública. 2005; 39(4): 612-8.

9. Maldonado MT. Psicologia da gravidez: parto e puerpério. 16ª ed. São Paulo: Saraiva; 2005.

10. Sabroza AR, Leal MC, Souza PRJr, et al. Algumas repercussões emocionais negativas da gravidez precoce em

adolescentes do Município do Rio de Janeiro (1999-2001). Cad Saúde Pública. 2004; 20(supl l): 130-7.

11. Guimarães GP, Collaço VS, Nascimento MGP. Gravidez na adolescência. In: Zampieri MFM, Garcia ORZ, Boehs AE, et

al. Enfermagem na atenção primária à saúde da mulher. Florianópolis: UFSC; 2005. p.311-29.

12. Florianópolis. Secretaria Municipal de Saúde. Relatório do Modelo de Atenção Básica de 2007. Sistema de Informação de Atenção Básica. Florianópolis: Secretaria Municipal de Saúde; 2007.

13. Freitas GVS, Botega NJ. Gravidez na adolescência: prevalência de depressão, ansiedade e ideação suicida. Rev Assoc Med Bras. 2002; 48(3): 245-9.

14. Souza AC. Ampliando o campo da atenção psicossocial: a articulação dos centros de atenção psicosocial com a saúde da família. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2006; 10(4): 703-10.

15. Paterson JG, Zderad LT. Enfermeria humanistica México: Limusa; 1979.

16. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 4ª ed. Rio de Janeiro: Hucitec-Abrasco; 1999.

17. Hirata M, Capelloto NC, Santos GRS. Os aspectos psicossociais da gravidez na adolescência. Iniciação Científica Cesumar. 2005; 7(2): 157-68.

18. Moreira TMM, Viana DS, Queiroz MVO, et al. Conflitos vivenciados pelas adolescentes com a descoberta da gravidez. Rev Esc Enferm USP. 2008; 42(2): 312-20.

19. Cavalcanti APLS, Zeni AP, Pinheiro EB, et al. Aspectos psicossociais de adolescentes gestantes atendidas em um serviço público da cidade do recife. In: Ramos FRS, Monticelli M, Nitschke RG, organizadores. Um encontro da enfermagemcom o adolescente brasileiro. Brasília DF: ABEn; 2000.

20. Pantoja FC, Bucher JSNF, Queiroz CH. Adolescentes grávidas: vivências de uma nova realidade. Psicol Cienc Prof. 2007; 27(3): 510-24.

21. Frizzo GB, Kahl MLF, Oliveira AF. Aspectos psicológicos da gravidez na adolescência. Psicov. 2005; 36(1): 13-20

22. Oliveira MW. Gravidez na adolescência: dimensões do problema. Cad CEDES. 1998; 19(45): 48-70.

23. Cabral CS. Contracepção e gravidez na adolescência na perspectiva de jovens pais de uma comunidade favelada do Rio de Janeiro. Cad Saúde Pública. 2003; 19(supl 2): 283-92.

24. Pelloso SM, Carvalho MDB, Valsecchi EASS. O vivenciar da gravidez na adolescência. Acta Sci Health Sci. 2002; 24(3):775 –81.

25. Silvia L, Tonete VLP. A gravidez na adolescência sob a perspectiva dos familiares: compartilhando projetos de vida e cuidado. Rev. Latinoam Enferm. 2006; 14(2): 199-206.

26. Jeneral RBR, Hoga LAK. A incerteza do futuro: a vivência da gravidez em uma comunidade brasileira de baixa renda.REME Rev Min Enferm. 2004; 8(2): 268-74.

27. Godinho RA, Schelp JRB, Parada CMGL, et al. Adolescentes e grávidas: onde buscam apoio? Rev Latinoam Enferm.2000; 8(2): 25-32.

28. Moreira MC, Sarrieira JC. Satisfação e composição da rede de apoio social a gestantes adolescentes. Psicol Estud.2008; 13(4): 781-9.

Publicado

2011-12-01

Número

Sección

Investigación

Cómo citar

1.
Alves A, Albino AT, Zampieri M de FM. Uno para mirar de los adolescentes en los cambios en el embarazo: el promover a la salud mental en la atención básica: promovendo à saúde mental na atenção básica. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2011 Dec. 1 [cited 2026 Oct. 14];15(4). Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50358

Artículos más leídos del mismo autor/a