Representaciones sociales de enfermeras sobre el plan de alta hospitalaria
DOI:
https://doi.org/10.35699/2316-9389.2026.61416Palabras clave:
Alta del Paciente, Enfermería, Investigación Cualitativa, Representación SocialResumen
Objetivo: analizar las representaciones sociales de enfermeras sobre el plan de alta hospitalaria. Métodos: estudio descriptivo y exploratorio, con enfoque cualitativo fundamentado en el aporte teórico-metodológico de la Teoría de las Representaciones Sociales, en su vertiente estructural, propuesta por Abric. Participaron 100 enfermeras, quienes respondieron un formulario virtual que contenía un Test de Asociación Libre de Palabras. El corpus se organizó y procesó con la ayuda del software Open Ensemble de Programmes Permettant L´analyse des Évocations (v. 1.1), y los datos se analizaron de acuerdo con la estructura de las representaciones. Resultados: el núcleo central de la representación estuvo compuesto por los términos orientación, cuidado, recuperación, seguridad, autocuidado y transición, lo que evidencia la identidad de la enfermería como protagonista de la continuidad del cuidado. Los elementos periféricos, como la Sistematización de la Atención de Enfermería, el equipo multiprofesional, los protocolos y el retorno, revelaron tensiones entre los valores normativos y las condiciones concretas de la práctica, marcadas por la ausencia de protocolos institucionales y por lagunas formativas. Consideraciones finales: los sentidos atribuidos al plan de alta se basan en la ejecución de cuidados que garanticen la continuidad de la asistencia al paciente y una transición segura después de la hospitalización, objetivados en herramientas educativas orientadoras del cuidado y de la seguridad del usuario. Se recomienda la inclusión sistemática del tema en los planes de estudio de grado y posgrado en enfermería, así como la institucionalización de protocolos que fortalezcan la autonomía del enfermero y la integración multiprofesional durante el alta.
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