Como dar nome ao Holocausto, entre mudez, silêncio e grito?
DOI:
https://doi.org/10.53981/destrocos.v7i1.64287Palavras-chave:
fascismo, cinzas, responsabilidade, mito, gritoResumo
O presente ensaio foi proferido durante a conferência O que foi o Holocausto? Uma abordagem transdisciplinar? no painel O Holocausto visto pelos Alemães em Lisboa em janeiro 2016 e significativamente reelaborado depois da leitura do ensaio Mudar de nome: hitlerismos, disseminações e a Schuldfrage judaica de Shajara Néehilan Bensusan publicado no Vol. 1., N 1. (2026) da revista (Des)troços. Não se trata de uma crítica, mas de um comentário, no sentido de que o tema em questão, o Holocausto, atinge a nossa atualidade em diferentes níveis ontológicos e existenciais, perpetuado conscientemente e inconscientemente contra uma multiplicidade de seres e fenômenos. Até seria possível dizer que o Holocausto é uma das expressões centrais do nosso tempo, o Antropoceno.
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Referências
KLEMPERER, Victor. LTI: a linguagem do Terceiro Reich. Tradução, apresentação e notas de Miriam Bettina Paulina Oelsner. Rio de Janeiro: Contraponto, 2009.
ROSENZWEIG, Franz. Der Mensch und sein Werk: gesammelte Schriften. Bd. 1: Briefe und Tagebücher. Ed. Rachel Rosenzweig e Edith Rosenzweig-Scheinmann, em colaboração com Bernhard Casper. Den Haag: Martinus Nijhoff, 1979.
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