La sombra de Zoé cayó sobre Bios

nuda vida y melancolía en Giorgio Agamben

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.53981/destrocos.v6i1.56682

Palabras clave:

Giorgio Agamben, Vida desnuda, Homo sacer, Luto, Melancolía

Resumen

Este artículo es un análisis del concepto de nuda vida acuñado por Giorgio Agamben, desde la perspectiva de la melancolía. Una articulación del proyecto de Homo Sacer a partir de la comprensión de que la vida insacrificable e impune se configura en la política moderna también como una prohibición del duelo. El dolor y la melancolía son reacciones comunes a la pérdida de un objeto o ideal, pero difieren cuando se trata de la forma de salir de la pérdida. Mientras uno reemplaza el objeto perdido, el otro lo mantiene como una presencia psíquica. Si la nuda vida se consuma en Muselmann bajo el manto de un duelo imposible, hace el trabajo de la melancolía, es decir, de la interiorización de la ambivalencia que existe entre zoé y bios.

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Biografía del autor/a

  • Reginaldo Oliveira Silva, Universidade Estadual da Paraíba

    Doutor em Letras, professor Associado na Universidade Estadual da Paraíba, onde atua na graduação em Filosofia e no Programa de Pós-Graduação em Literatura e Interculturalidada e faz pesquisas em Filosofia, Literatura e psicanálise. E-mail: rgnaldo@uol.com.br

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Publicado

2025-05-14

Cómo citar

SILVA, Reginaldo Oliveira. La sombra de Zoé cayó sobre Bios: nuda vida y melancolía en Giorgio Agamben. (Des)troços: revista de pensamento radical, Belo Horizonte, v. 6, n. 1, p. e56682, 2025. DOI: 10.53981/destrocos.v6i1.56682. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/56682. Acesso em: 25 feb. 2026.

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