La banalidad de la necropolítica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.53981/destrocos.v7i2.63847

Palabras clave:

banalidad, biopolítica, necropolítica, política

Resumen

En este artículo, establecemos un paralelismo inicial entre la "banalidad del mal", concepto acuñado por Hannah Arendt en su libro *Eichmann en Jerusalén*, y la "necropolítica", propuesta por Achille Mbembe a principios del siglo XXI, argumentando sobre el vaciamiento de los propósitos críticos de la necropolítica. Cuando Arendt describe el mal como banal al observar la trivialidad con la que Eichmann ejecutó órdenes atroces durante el Holocausto, destacando la normalización de la violencia extrema, es la naturalidad del horror lo que hace que el término banal resulte tan incómodo. Mbembe, a su vez, desarrolla el concepto de necropolítica para analizar cómo el poder contemporáneo decide quién puede vivir y quién debe morir. Este texto señala cómo ambos conceptos fueron rápidamente asimilados y trivializados por la opinión pública, perdiendo parte de su impacto original. La necropolítica, en particular, se ha utilizado ampliamente en el discurso mediático y político, a menudo de forma simplista y errónea, distanciándose de su complejidad filosófica. El artículo advierte del riesgo de vaciar el concepto de significado, que podría instrumentalizarse con fines contrarios a los propuestos por Mbembe. Finalmente, argumentamos la necesidad de reterritorializar el concepto, desbanalizando su trivialización y preservando su potencial crítico.

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Biografía del autor/a

  • José Eduardo Pimentel Filho, Instituto Federal do Paraná

    José Eduardo Pimentel Filho é doutor pela UFRJ/EHESS; professor no IFPR. Membro dos laboratórios de pesquisa LAIMF e (Des)leituras e membro da Red Iberoamericana Foucault. Autor do livro "Economia das Relações de Poder".

  • João Victor Julio, Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Graduado e Mestre em Filosofia pela Universidade Estadual de Londrina. Graduando em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Londrina e Doutorando em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro do (Des)leitura e do Grupo de Estudos de Políticas Latino-Americanas (GEPAL).

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Publicado

2026-08-07

Cómo citar

PIMENTEL FILHO, José Eduardo; JULIO, João Victor. La banalidad de la necropolítica. (Des)troços: revista de pensamento radical, Belo Horizonte, v. 7, n. 2, p. e63847, 2026. DOI: 10.53981/destrocos.v7i2.63847. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/63847. Acesso em: 12 aug. 2026.

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