“CRECHE, NÃO! AQUI SE TOMA CONTA DE CRIANÇAS!” - TRAJETÓRIA DE VIDA E OS SENTIDOS DO TRABALHO PARA UMA TOMADORA DE CONTA DE CRIANÇAS

Autores

  • Ana Cristina Coll Delgado FURG

Palavras-chave:

creche domiciliar, relações de trabalho, feminização da pobreza, família monoparental

Resumo

O presente artigo tem como objetivo analisar as relações de trabalho vividas por uma trabalhadora de creche domiciliar no município de São Gonçalo/RJ. Focalizo os sentidos de ser mulher, mãe e trabalhadora a as ambigüidades decorrentes de uma atividade que concilia a maternidade e os cuidados da casa com um trabalho sem direitos sociais. O referencial teórico abrange estudos sobre trabalho informal, clandestino e ilegal, gênero e famílias das camadas populares. As análises evidenciam uma ruptura com perspectivas centradas apenas na falta, negatividade ou pobreza desta atividade.

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Publicado

2012-10-26

Como Citar

DELGADO, A. C. C. “CRECHE, NÃO! AQUI SE TOMA CONTA DE CRIANÇAS!” - TRAJETÓRIA DE VIDA E OS SENTIDOS DO TRABALHO PARA UMA TOMADORA DE CONTA DE CRIANÇAS. Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v. 12, n. 2, p. 9–25, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/article/view/8958. Acesso em: 8 dez. 2021.

Edição

Seção

ARTIGOS

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