ESCRAVIDÃO CONTEMPORÂNEA: DIMENSÕES DO PROBLEMA E EDUCAÇÃO PARA A PREVENÇÃO / Contemporany slavery: the dimensions of the problem and education for prevention

Autores

  • Adonia Antunes Prado UFRJ
  • Luciana Siqueira da Costa D´Arrochella UFRJ

Palavras-chave:

Trabalho escravo contemporâneo, Educação, Direitos Humanos

Resumo

O trabalho escravo no mundo atinge (diretamente) a cifra de 20,9 milhões de pessoas, somente no que se refere à economia privada, conforme dados publicados pela Organização Internacional do Trabalho, no mês de junho de 2012. A porcentagem estimada de homens e mulheres - crianças e adultos - escravizados em atividades econômicas, especialmente ligadas à agricultura, à construção civil, ao trabalho doméstico e à manufatura, em todos os continentes, é de 68%. No Brasil, o crime está capitulado no artigo 149 do Código Penal Brasileiro e diferentes iniciativas vêm sendo tomadas pela sociedade e, instados por esta, também por órgãos dos governos. Ações de caráter educativo vêm sendo empreendidas no Brasil com vistas ao combate a essa situação, a partir de concepções da educação como processo histórico essencial à própria construção da humanidade dos seres humanos e enquanto processo que pode libertar, na medida em que possibilita aos educandos o pensamento crítico e sua autoconsciência enquanto sujeitos de direitos humanos. O artigo apresenta e comenta a experiência do Programa "Escravo, nem pensar!", da ONG Repórter Brasil.

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Biografia do Autor

Adonia Antunes Prado, UFRJ

Professora da FE e pesquisadora do GPTEC/NEPP-DH da UFRJ; docente do PPGED Mestrado e Doutorado da UFF

Luciana Siqueira da Costa D´Arrochella, UFRJ

Licenciada em Geografia, graduanda da FE/UFRJ e pesquisadora do GPTEC/NEPP-DH/UFRJ

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Publicado

2013-02-21

Como Citar

PRADO, A. A.; D´ARROCHELLA, L. S. da C. ESCRAVIDÃO CONTEMPORÂNEA: DIMENSÕES DO PROBLEMA E EDUCAÇÃO PARA A PREVENÇÃO / Contemporany slavery: the dimensions of the problem and education for prevention. Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v. 21, n. 3, p. 121–134, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/article/view/9054. Acesso em: 25 jan. 2022.

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