Vivenciamento do Outro

o corpo ético e estético n’O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17851/2359-0076.46.75.63-76

Palavras-chave:

Valter Hugo Mãe, romance português, corpo ético-estético, alteridade

Resumo

Nossa leitura do romance português O filho de mil homens (2011), de Valter Hugo Mãe, tem como foco de análise a categoria axiológica de corpo ético e estético, fundamentada pelos pressupostos teóricos e filosóficos de Mikhail Bakhtin. Observamos, na obra em pauta, o desenvolvimento da interrelação eu-outro sob a qual as personagens se constituem como corpos infamiliares, grotescos e alteritários — esferas de investigação estética e discursiva que se sedimentam a partir dos contributos de Sigmund Freud (2019) e de Bakhtin (1987; 2018; 2023). A necessidade ética e estética absoluta do outro reverbera em axioma e ativismo primordial para a criação da literatura de ficção, bem como no vivenciamento empático das fronteiras externas de suas personagens.  

Biografia do Autor

  • Maria de Fátima Costa e Silva, Universidade Federal de Alagoas (UFAL) | Maceió | AL | BR

    Doutora em Estudos Literários pelo Programa de Pós-graduação em Linguística e Literatura da Universidade Federal de Alagoas.

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Publicado

2026-08-27

Edição

Seção

Dossiê: Figurações do Outro nas Literaturas de Língua Portuguesa

Como Citar

Vivenciamento do Outro: o corpo ético e estético n’O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe. (2026). Revista Do Centro De Estudos Portugueses, 46(75), 63-76. https://doi.org/10.17851/2359-0076.46.75.63-76