METODOLOGIAS ATIVAS E PORTFÓLIOS AVALIATIVOS

O QUE DIZEM AS PESQUISAS NO BRASIL SOBRE ESSA RELAÇÃO?

Autores

  • Rosilei Ferrarini PUCPR
  • Marilda Aparecida Behrens Pontifícia Universidade Católica do Paraná
  • Patrícia Lupion Torres Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Palavras-chave:

Metodologias ativas, portfólios, avaliação da aprendizagem, paradigmas educacionais, revisão sistemática integrativa.

Resumo

Esta pesquisa qualitativa, consistiu em uma revisão sistemática integrativa das produções científicas no Brasil, considerando artigos revisados por pares, na área educacional. Buscou-se responder a problemática: qual é a relação estabelecida entre as metodologias ativas e o uso de portifólios como procedimento avaliativo? Objetivou-se investigar a necessária relação entre teoria e prática a partir de uma visão de complexidade em educação. Coletaram-se os dados nas plataformas da Capes, Scielo e Redalyc. Com 115 artigos iniciais, após tratamento com critérios de inclusão e exclusão, obteve-se para análise final 25 publicações. Constatou-se que metodologias ativas e portfólios, em sua maioria, são aplicadas na educação em saúde, em cursos de graduação. Foram identificadas três relações principais: relações legais, educacionais e pedagógicas.  Aliam metodologias da problematização ao uso do portfólio e, para além da avaliação, conferem ao próprio portfólio o status de método de ensino, aprendizagem e avaliação e o atributo de reflexivo. Como uma visão inovadora da prática pedagógica, fundamentam-se na concepção de educação do paradigma da complexidade (MORIN, 2001; 2007) aliada à educação transformadora (FREIRE, 1992;1996).

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Biografia do Autor

Rosilei Ferrarini, PUCPR

Doutoranda em Educação pela PUCPR. Mestre em Educação pela PUCPR (2019). Graduação em Pedagogia pela UFPR (1992) com especialização em Psicopedagogia pela PUCPR (1995). Membro do grupo de pesquisa PRAPETEC PUCPR – Práticas Pedagógicas no Ensino Aprendizagem com Tecnologias Educacionais. Pesquisadora bolsista deste grupo de pesquisa.

Marilda Aparecida Behrens, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Pesquisadora Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. Possui graduação em Pedagogia pela UFPR, em Orientação Educacional (1973) e em Supervisão Escolar (1977), Mestrado em Educação (Currículo) pela PUCSP (1991) e Doutorado em Educação (Currículo) pela PUCSP (1996). Pós-doutorado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto – Portugal.  Desde 1975 atua na PUCPR, na qual é professora Titular. Coordena o Grupo de Pesquisa PEFOP- Paradigmas Educacionais e Formação de Professores e atua como pesquisadora no grupo PRAPETEC- Práticas Pedagógicas no Ensino Aprendizagem com Tecnologias Educacionais. Coordena uma Rede de Pesquisa em Formação de professores do Brasil e de Portugal, no paradigma da complexidade e da transdisciplinaridade, pela PUCPR com a Universidade do Porto, Universidade de Lisboa, Universidade de Braga, Universidade do Minho, Universidade de Coimbra, Universidade Aberta de Portugal, incluindo outros quatro grupos de pesquisa brasileiros.

Patrícia Lupion Torres, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Bolsista Produtividade em Pesquisa CNPQ. Possui graduação em Pedagogia pela PUCPR (1981), Mestrado em Educação pela PUCPR (1994), Doutorado em Engenharia de Produção - Mídia e Conhecimento, pela UFSC (2002) e Pós-doutorado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto- Portugal. Atualmente é Coordenadora do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação da PUCPR, professora titular e permanente do Mestrado e Doutorado em Educação da PUCPR. Coordenadora do Grupo de Pesquisa PRAPETEC PUCPR -Práticas Pedagógicas no Ensino Aprendizagem com Tecnologias Educacionais

Publicado

2022-10-17

Edição

Seção

Artigos