Perspectivas conceituais na controvérsia da abstração: o lugar histórico do camponês no mundo moderno

  • Bruno Pereira Bedim Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Palavras-chave: Campesinato, Modernidade, Capitalismo, Processos sociais

Resumo

Este artigo problematiza as distintas concepções teóricas sobre o campesinato e os diferentes pressupostos político-ideológicos que se interpõem entre as perspectivas de sua análise, tendo em vista os traços distintivos da modernidade. Sendo assim, pensar o camponês como um ator social integrado às formas de produção capitalistas e aos processos sociais que permeiam a vida moderna parece-nos imprescindível. Uma vez sujeito no e do processo histórico moderno, o camponês insere-se entre os inúmeros fenômenos sociais engendrados pela modernidade e suas tendências econômicas, políticas e culturais a transformar o mundo. Traz consigo uma temporalidade que, imersa na desigualdade do desenvolvimento funcional à reprodução do capitalismo, articula a projeção e a contestação, no âmbito acadêmico, do indivíduo rural em movimento.

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Biografia do Autor

Bruno Pereira Bedim, Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Bruno Pereira Bedim Mestre e Doutorando em Geografia – IGC/UFMG; Professor do Departamento de Turismo – UFOP; Pesquisador do Núcleo de Estudos Terra e Sociedade – IGC/UFMG.
Publicado
2007-12-01
Como Citar
Bedim, B. P. (2007). Perspectivas conceituais na controvérsia da abstração: o lugar histórico do camponês no mundo moderno. Revista Geografias, 72-88. Recuperado de https://periodicos.ufmg.br/index.php/geografias/article/view/13233
Seção
Artigos