A proteção de mananciais na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG): os desafios de compatibilização entre usos da terra e da água na Área de Proteção Especial (APE) Taboões

Autores

  • Felipe Gabriel Silva Alves
  • Catharina de Oliveira Maia
  • Gabriel Lucas Vieira Lazaro
  • Guilherme Eduardo Macedo Cota
  • Antônio Pereira Magalhães Júnior

Palavras-chave:

Áreas de Proteção Especial. Manancial de Abastecimento Público. Gestão de Recursos Hídricos.

Resumo

O presente trabalho investiga os desafios da proteção de mananciais na Região Metropolitana de Belo Horizonte sob a tipologia das Áreas de Proteção Especial (APEs). As APEs apresentam uma complexidade legal e operacional acerca de seu aparato gestor, que as deixam em um limbo frente às unidades de conservação contempladas no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), de 2000, e no Novo Código Florestal de 2012. Isso faz com que as APEs não consigam se efetivar adequadamente enquanto áreas destinadas para a proteção de mananciais. Isso é perceptível nas diferentes formas de uso e ocupação da terra na área de influência da APE Taboões, envolvendo usos urbanos, agropecuários e minerários. Estas categorias podem ser conflitantes com os objetivos de proteção de mananciais, colocando em risco a quantidade e qualidade das águas destinadas ao abastecimento público.

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Publicado

2020-03-18

Como Citar

Felipe Gabriel Silva Alves, Catharina de Oliveira Maia, Gabriel Lucas Vieira Lazaro, Guilherme Eduardo Macedo Cota, & Antônio Pereira Magalhães Júnior. (2020). A proteção de mananciais na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG): os desafios de compatibilização entre usos da terra e da água na Área de Proteção Especial (APE) Taboões. Revista Geografias, 27(1), 8–25. Recuperado de https://periodicos.ufmg.br/index.php/geografias/article/view/19736

Edição

Seção

Artigos