Limites do logos na Psicologia

o mythos comopossibilidade resolutiva de um conflito epistemológico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35699/1676-1669.2026.53896

Palavras-chave:

mythos, História da Psicologia, sentido, imaginário

Resumo

A despeito da predominância da perspectiva nomotética, quantificadora e ra-cionalista na psicologia, defendida em nome de Logos, Mythos também teve o seu lugar na história desse campo científico e profissional. Este trabalho busca explorar, de forma diegética, como a psicologia se apropriou do discurso do mythos pela lente da psicologia analítica e do humanismo existencial. Busca-se, pois, compreender, em cada uma dessas abordagens, como o mythos foi tematizado e articulado com a dimensão da vivência e respectiva significação, destacando as convergências e divergências entre ambas, bem como suas con-tribuições e limites. Recorre-se às narrativas de dois casos/situações, Miss Miller e Déborah Blau, respectivamente presentes nas obras Símbolos da Transforma-ção: Análise dos Prelúdios de uma Esquizofrenia, de Carl Jung, e A Procura do Mito, de Rollo May, devidamente contextualizadas historicamente, como forma de ilustrar, compreender e articular o modo como cada uma das abordagens se apropria do mythos e sua significação.

 

Biografia do Autor

  • Kenia Cristiana de Lima Alencar, Universidade Católica de Brasília

    Kenia Cristiana de Lima Alencar é mestre e doutoranda em Psicologia no Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Católica de Brasília. Bacharela em Filosofia pela Universidade Católica de Brasília e Arquiteta e Urbanista pela Universidade de Brasília. 

  • Marta Helena de Freitas, Universidade Católica de Brasília

    Marta Helena de Freitas é doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília, com Pós-Doutoramento no Department of Religious Studies, School of European Culture and Languages, University of Kent at Canterbury e pelo Programa Doutoral em Psicologia da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, Portugal. Graduada em Psicologia e Licenciatura em Psicologia e mestre em Psicologia Social e da Personalidade, ambos pela Universidade de Brasília. Professora Adjunto da Universidade Católica de Brasília, desde 1989, atuando hoje no programa de mestrado e doutorado em Psicologia. Coordenadora da Comissão ”Psicologia e Religiosidade” do CRP-01. Coordenadora do GT Psicologia & Religião da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Psicologia. Membro da International Association for the Psychology of Religion.

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Publicado

2026-11-02

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Seção

Artigos

Como Citar

Limites do logos na Psicologia: o mythos comopossibilidade resolutiva de um conflito epistemológico. (2026). Memorandum: Memória E História Em Psicologia, 43, e53896. https://doi.org/10.35699/1676-1669.2026.53896