Limites do logos na Psicologia
o mythos comopossibilidade resolutiva de um conflito epistemológico
DOI:
https://doi.org/10.35699/1676-1669.2026.53896Parole chiave:
mythos, História da Psicologia, sentido, imaginárioAbstract
A despeito da predominância da perspectiva nomotética, quantificadora e ra-cionalista na psicologia, defendida em nome de Logos, Mythos também teve o seu lugar na história desse campo científico e profissional. Este trabalho busca explorar, de forma diegética, como a psicologia se apropriou do discurso do mythos pela lente da psicologia analítica e do humanismo existencial. Busca-se, pois, compreender, em cada uma dessas abordagens, como o mythos foi tematizado e articulado com a dimensão da vivência e respectiva significação, destacando as convergências e divergências entre ambas, bem como suas con-tribuições e limites. Recorre-se às narrativas de dois casos/situações, Miss Miller e Déborah Blau, respectivamente presentes nas obras Símbolos da Transforma-ção: Análise dos Prelúdios de uma Esquizofrenia, de Carl Jung, e A Procura do Mito, de Rollo May, devidamente contextualizadas historicamente, como forma de ilustrar, compreender e articular o modo como cada uma das abordagens se apropria do mythos e sua significação.
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