Feminilidade em debate

a British Psychoanalytical Society e a trajetória da psicanálise inglesa no século XX

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.35699/1676-1669.2026.60214

Palabras clave:

feminilidade, sexualidade feminina, psicanálise inglesa, história da psicanálise

Resumen

Ao longo do século XX, a feminilidade consolidou-se como um eixo central de debate no desenvolvimento da psicanálise inglesa, especialmente entre tensões e interlocuções com a tradição vienense. Este artigo analisa, a partir de uma perspectiva histórico-conceitual, a história da psicanálise na Inglaterra, bem como o modo pelo qual transformações sociais nesse contexto, como os movimentos feministas e a ampliação da inserção feminina na esfera pública, influenciaram a presença de mulheres na British Psychoanalytical Society. Tais mudanças contribuíram para a reformulação das teorias sobre a mulher e a sexualidade feminina, até então predominantemente centradas na experiência masculina. O estudo baseia-se em revisão bibliográfica e análise documental. Destacam-se as controvérsias sobre análise infantil e sexualidade feminina entre as sociedades inglesa e vienense como fatores que impulsionaram rearranjos institucionais e inovações teóricas. Conclui-se que esse processo ampliou a compreensão da feminilidade e configurou a psicanálise inglesa como um espaço de transformações sociais.

Biografía del autor/a

  • Ester Franco de Souza, Universidade Federal de Juiz de Fora

    Ester Franco de Souza é psicóloga e mestranda em História e Filosofia da Psicologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

  • Richard Theisen Simanke, Universidade Federal de Juiz de Fora

    Richard Theisen Simanke é doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Professor titular do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Publicado

2026-11-02

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Feminilidade em debate: a British Psychoanalytical Society e a trajetória da psicanálise inglesa no século XX. (2026). Memorandum: Memória E História Em Psicologia, 43, e60214. https://doi.org/10.35699/1676-1669.2026.60214