Recepção clássica no Brasil
entre o local, o universal e o global
DOI:
https://doi.org/10.35699/1983-3636.2024.52542Palabras clave:
recepção clássica, global classics, literatura clássica, literatura brasileiraResumen
O artigo tem como objetivo apresentar alguns desenvolvimentos críticos em torno do conceito de recepção clássica, discutindo sua formulação por Charles Martindale no contexto intelectual do dos anos 1990, algumas de suas revisões ao longo da década seguinte e, por fim, um cenário mais atual, no âmbito do que agora se tem chamado de global classics. Considerando-se o maior interesse no debate internacional e a ampliação do tema em cursos de graduação no Brasil nos últimos anos, procura-se introduzir algumas especificidades a serem pensadas no caso da recepção clássica na literatura brasileira e argumenta-se pela via dupla da crítica internacional e da crítica nacional para pensar teoricamente a forma como nossos autores receberam os clássicos gregos e latinos.
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