Os vegetais de “Onde estivestes de noite”, de Clarice Lispector

a política da parte maldita

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17851/2358-9787.35.2.%25p

Palavras-chave:

“Onde estivestes de noite”, Clarice Lispector, Vegetais, Malditos, Erotismo

Resumo

O presente artigo visa refletir sobre os vegetais no conto “Onde estivestes de noite”, de Clarice Lispector. Publicado no livro de mesmo título, em 1974, a narrativa dissemina uma imaginação botânica emaranhada na escuridão e na parte maldita de seres que se misturam e propagam o erotismo. Diante das representações botânicas, lemos críticas às normas sociais, aprisionadoras do corpo e inibidoras das experiências livres e individuais, depreendendo, neste sentido, a política da ficção clariciana.

Biografia do Autor

  • Fabrício Lemos da Costa, Secretaria de Estado da Educação (SEED) | Macapá | AP | BR

    Doutor em Estudos Linguísticos e Estudos Literários pela Universidade Federal do Pará (2025), Mestre em Letras - Estudos Literários - pela Universidade Federal do Pará (2020), Graduado em Letras - Língua Portuguesa - pela Universidade Federal do Pará (2012).

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Publicado

2026-06-26