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v. 5 n. 8 (2018): 1º e 2º Semestres de 2018
DA AMBIVALÊNCIA SIMBÓLICA À EQUIVALÊNCIA GERAL: O CORPO EM UMBERTO GALIMBERTI
Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UNIFESP
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Enviado
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abril 13, 2026
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Publicado
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2019-06-03
Resumo
O trabalho a seguir visa apresentar o que Galimberti entende por ambivalência simbólica e equivalência geral, no que diz respeito especificamente ao problema do corpo humano. Com efeito, o homem foi tradicionalmente concebido como animal racional ou como composto de alma e corpo. No entanto, o que significa “corpo” e “alma” permanece não esclarecido. No período homérico os gregos ainda não conheciam, na verdade, um termo unitário para expressar esses dois momentos da realidade humana. Foi Platão quem resolveu a multiplicidade de termos com que antes se expressava o ser do homem na unidade conceitual, forjando o conceito de alma e corpo tal como hoje ainda os entendemos. Para Galimberti, porém, o que Platão fez foi reduzir a antiga ambivalência simbólica com que os gregos vivenciavam sua corporeidade à equivalência geral proporcionada pelo conceito. O autor em seguida critica as consequências e apresenta os desdobramentos dessa equivalência no pensamento ocidental. Finalizaremos o trabalho apresentando a distinção a que o autor chama a atenção entre corpo e organismo, defendendo a relevância de se pensar a corporeidade para além da materialidade biológica.
Referências
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