A humanização em unidade de terapia intensiva neonatal sob a ótica dos pais

Autores

  • Larissa Midori Noda Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu, Botucatu SP , Brazil, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Faculdade de Medicina de Botucatu. Botucatu, SP – Brasil, Universidade Estadual Paulista
  • Maria Virgínia Martins Faria Faddul Alves Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu SP , Brazil, UNESP, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem. Botucatu, SP – Brasil, Universidade Estadual Paulista
  • Mariana Faria Gonçalves Universidade Estadual de Londrina, Londrina PR , Brazil, Universidade Estadual de Londrina. Londrina, PR – Brasil, Universidade Estadual de Londrina
  • Fernanda Sotrate da Silva Hospital das Clínicas de Botucatu, Botucatu SP , Brazil, Hospital das Clínicas de Botucatu. Botucatu, SP – Brasil
  • Suzimar de Fátima Benato Fusco Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu SP , Brazil, UNESP, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem. Botucatu, SP – Brasil, Universidade Estadual Paulista
  • Marla Andréia Garcia de Avila Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu SP , Brazil, UNESP, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem. Botucatu, SP – Brasil, Universidade Estadual Paulista

DOI:

https://doi.org/10.35699/2316-9389.2018.49674

Palavras-chave:

Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, Recém-Nascido, Humanização da Assistência

Resumo

Objetivou-se compreender os significados de humanização da assistência sob a ótica de pais de recém-nascidos internados em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Estudo descritivo e exploratório, de natureza qualitativa, realizado com os pais dos recém-nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital do interior paulista, por meio de entrevista semiestruturada, no ano de 2014. Os dados foram analisados conforme o método da análise de conteúdo. Foram realizadas 14 entrevistas e da análise dos depoimentos emergiram três categorias: "assistência acolhedora aos recém-nascidos", "relacionamento com os pais" e "comportamento dos profissionais". O cuidado humanizado emerge como a maneira que se cuida e pela relação com os profissionais de saúde.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Guimarães GP, Monticelli M. (Des)motivação da puérpera para praticar o Método Mãe-Canguru. Rev Gaúcha Enferm. 2007[citado em 2017 mar. 04]28(1):11-20. Disponível em: http://seer.ufrgs.br/index.php/RevistaGauchadeEnfermagem/article/view/4687/2613.

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Análise de Situação em Saúde. Saúde Brasil 2010: uma análise da situação de saúde e de evidências selecionadas de impacto de ações de vigilância em saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2011. [citado em 2017 mar. 04]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_brasil_2010.pdf.

Rocha L, Monticelli M, Martins A, Scheidt D, Costa R, Borck M, et al. Sentimentos paternos relacionados à hospitalização do filho em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Rev Enferm UFSM. 2012[citado em 2017 mar. 03]2(2):264-74. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5902/217976925382

Neves PN, Ravelli APX, Lemos JRD. Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo-peso (método mãe canguru): percepções de puérperas. Rev Gaúcha Enferm. 2010 [citado em 2017 fev 02]31(1):48-54. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1983-14472010000100007

Rosa R, Gasperi BL, Monticelli M, Martins FE, Siebert LRC, Martins NM. Mãe e filho: os primeiros laços de aproximação. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2010[citado em 2017 fev. 01]14(1):105-12. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1414-81452010000100016

Carvalho JL, Araújo ACPF, Costa ICC, Brito RS, Souza NL. Representação social de pais sobre o filho prematuro na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Rev Bras Enferm. 2009[citado em 2017 fev. 02]62(5):734-8. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71672009000500014

Martínez-Gallegos J, Reyes-Hernández J, Scochi CG. The hospitalized preterm newborn: the significance of parents’ participation in the Neonatal Unit. Rev Latino-Am Enferm. 2013[citado em 2017 jan. 15]21(6):1360-6. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/0104-1169.2970.2375

Oliveira K, Veronez M, Higarashi IH. Vivências de familiares no processo de nascimento e internação de seus filhos em UTI Neonatal. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2013[citado em 2017 fev. 25]17(1):46-53. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1414-81452013000100007

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Assistência a Saúde. Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar. Brasília: Ministério da Saúde ; 2011. [citado em 2017 fev. 14]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnhah01.pdf

Ministério da Saúde (BR). Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS Política Nacional de Humanização: a humanização como eixo norteador das práticas de atenção e gestão em todas as instâncias do SUS. Brasília: Ministério da Saúde ; 2004. [citado em 2017 nov. 18]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizasus_2004.pdf

Marques IR, Souza AR. Tecnologia e humanização em ambientes intensivos. Rev Bras Enferm. 2010[citado em 2017 mar. 01]63(1):141-4. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71672010000100024

Deslandes SF. Análise do discurso oficial sobre humanização da assistência hospitalar. Ciênc Saúde Coletiva. 2004[citado em 2017 mar. 01]9(1):7-14. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232004000100002

Fontanella BJ, Ricas J, Turato ER. Amostragem por saturação em pesquisas qualitativas em saúde: contribuições teóricas. Cad Saúde Pública. 2008[citado em 2017 nov. 12]24(1):17-27. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v24n1/02.pdf

Bardin L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70; 2011. 279p.

Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Resolução n. 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília: Ministério da Saúde ; 2012.

Mattos RA. A integralidade na prática (ou sobre a prática da integralidade). Cad Saúde Pública. 2004[citado em 2017 nov. 12]20(5):1411-6. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/csp/v20n5/37.pdf

Amaral LFP, Calegari T. Humanização da assistência de enfermagem à família na unidade de terapia intensiva pediátrica. Cogitare Enferm. 2016[citado em 2017 mar. 03]21(3):1-9. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v21i3.44519

Costa R, Padilha MI. Percepção da equipe de saúde sobre a família na UTI neonatal: resistência aos novos saberes. Rev Enferm UERJ. 2011[citado em 2017 jan. 15]19(2):231-5. Disponível em: http://www.facenf.uerj.br/v19n2/v19n2a10.pdf

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde. Brasília: Ministério da Saúde ; 2012. [citado em 2016 nov. 12]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_saude_recem_nascido _profissionais_v1.pdf

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso: método canguru. Brasília: Ministério da Saúde ; 2011. [citado em 2016 nov. 12]. Disponível em: bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ Manual_MetodoMaeCanguru.pdf

Schimith MD, Simon BS, Bretas ACP, Budo MLD. Relações entre profissionais de saúde e usuários durante as práticas em saúde. Trab Educ Saúde. 2011[citado em 2016 jan. 15]9(3):479-503. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tes/v9n3/v9n3a08.pdf

Pontes EP, Couto DL, Lara HMS, Santana JCB. Comunicação não verbal na unidade de terapia intensiva pediátrica: percepção da equipe multidisciplinar. REME - Rev Min Enferm. 2014[citado em 2016 ago. 19]18(1):152-7. Disponível em: http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/915

Spir EG, Soares AVN, Wei CY, Aragaki IMM, Kurcgant P. A percepção do acompanhante sobre a humanização da assistência em uma unidade neonatal. Rev Esc Enferm USP. 2011[citado em 2016 jun. 02]45(5):1048- 54. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v45n5/v45n5a03.pdf?origin=publication_detail.

Duarte MLC, Noro A. Humanização: uma leitura a partir da compreensão dos profissionais da enfermagem. Rev Gaúcha Enferm. 2010[citado em 2016 dez. 15]31(4):685-92. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1983-14472010000400011.

Publicado

07-06-2018

Como Citar

1.
Noda LM, Alves MVMFF, Gonçalves MF, Silva FS da, Fusco S de FB, Avila MAG de. A humanização em unidade de terapia intensiva neonatal sob a ótica dos pais. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 7º de junho de 2018 [citado 20º de maio de 2024];22(1). Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/49674

Edição

Seção

Pesquisa

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

Artigos Semelhantes

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.