Vulnerabilidade materno-infantil:
fatores de (não) adesão à profilaxia da transmissão vertical do HIV
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50383Palavras-chave:
Saúde Materno-Infantil, Gestantes, Cuidado Pré-Natal, HIV, Transmissão Vertical de DoençaResumo
Objetivou-se com este trabalho identificar fatores de (não)adesão à profilaxia da transmissão vertical do HIV. O estudo consiste em revisão integrativa por meio da base de dados LILACS a partir das palavras HIV and gestantes and cuidado pré-natal. Os critérios de inclusão foram: artigos nacionais de 1997-2007, com texto completo, em suporte eletrônico, totalizando amostra de nove artigos. Pela análise temática, verificaram-se fatores de adesão: cuidado de si, do outro e pelo outro; e fatores de não adesão: situação socioeconômica, condições de feminilidade, acesso às informações, silêncio, compreensão da situação de vulnerabilidade, preconceito e barreiras no serviço de saúde. O quadro conceitual da análise foi o da vulnerabilidade. O plano individual foi constituído pela suscetibilidade biológica, clínica e comportamental materno-infantil; o plano social, pelos aspectos econômicos e socioculturais; e o plano programático, pela política de saúde. Para promover a adesão e minimizar essas vulnerabilidades, faz-se necessária uma intervenção multidisciplinar nas dimensões biológica, clínica, social e subjetiva em todos os níveis de atenção à saúdeDownloads
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