Men's health: nursing actions and perspectives
ações e perspectivas dos enfermeiros
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50366Keywords:
Male, Primary Health Care, Health Promotion, Health Education, NursingAbstract
Men do not seek medical help from the primary healthcare services frequently and the alarming epidemiological indicators demonstrate the need of proper attention to men's health. In this scenario, the Family Health Program constitutes a possible way forward. This study aims to analyse the actions and perspectives of family health nurses regarding men's healthcare. The family health program intends to promote, to protect and to improve the health of this population segment. This is a qualitative study whose data was collected through semi-structured interviews with seventeen nurses. The interviews were analysed using thematic content analysis that led to the identification of four categories: 1. Activities developed in the Family Health Unit; 2. Nurse's perception regarding the male population of the ascribed area; 3. Nurses' training on men's healthcare; 4. Expectation of changes in the men's healthcare model. The results revealed the need of a broader intervention on men's health by the primary healthcare system in which healthcare education could be the way of ensuring an integrated care so as to guarantee the Brazilian Public Health System principles of equity and universality.Downloads
References
1. Minayo MCS. Os 20 anos do SUS e os avanços na vigilância e na proteção à saúde. Epidemiol Serv Saúde. 2008 dez; 17(4):245-6.
2. Monteiro EMLM, Vieira NFC. (Re) construção de ações de educação em saúde a partir de círculos de cultura: experiência participativa com enfermeiras do PSF do Recife- PE. Recife: EDUPE; 2008.
3. Sousa MF. O Programa Saúde da Família: uma visão nacional. In: Fernandes MEL, Dowbor TP, Kretzer MR, Gouveia I, Sucupira AC, Menezes L, Resegue R, organizadores. AIDS: prevenção porta a porta. São Paulo: Hucitec; 2004. p. 41-5.
4. Keijzer B. Hasta Donde el Cuerpo Aguante: Género, Cuerpo y Salud Masculina. In: Caceres CF, Cueto M, Ramos M, Vallens S, editors. La Salud como Derecho Ciudadano: Perspectiva y Propuestas desde América Latina, Lima: Universidad Peruana Cayetano Herida; 2003. p. 137-52.
5. Figueiredo W. Assistência à saúde dos homens: um desafio para os serviços de atenção primária. Ciênc Saúde Coletiva. 2005
Mar; 10(1): 105-9.
6. Gomes R. Sexualidade masculina e saúde do homem: proposta para uma discussão. Ciênc Saúde Coletiva. 2003; 8(3): 825-9.
7. Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2008.
8. Buss PM. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciênc Saúde Coletiva. 2000; 5(1):163-77.
9. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 6ª ed. São Paulo: Hucitec; 1999.
10. Costa IER, Ludemir AB, Avelar I. Violência contra adolescentes: diferenciais segundo estratos de condição de vida e sexo. Ciênc Saúde Coletiva. 2007; 12(5):1193-200.
11. Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução 196/96. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília(DF): Ministério da Saúde; 1996.
12. Bardin L. Análise de conteúdo. Tradução de Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70; 2002.
13. Gomes R. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In: Minayo MCS, organizador. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes; 2001. p. 67-80.
14. Gomes R, Junqueira MFPS, Silva CO, Junger WL. A abordagem dos maus-tratos contra a criança e o adolescente em uma unidade pública de saúde. Ciênc Saúde Coletiva. 2002; 7:275-83.
15. Alves M, Penna CMM, Brito MJM. Perfil dos gerentes de unidades básicas de saúde. Rev Bras Enferm. 2004; 57(4):441-6.
16. Rocha JBB, Zeitoune RCG. Perfil dos enfermeiros do programa de saúde da família: uma necessidade para discutir a prática profissional. Rev Enferm UERJ. 2007; 15:46-52.
17. Brasil. Ministério da Saúde. Cartilha da PNH: acolhimento com classificação de risco. Brasília(DF): Ministério da Saúde; 2004.
18. Gonçalves MA, Sena RR. A Pedagogia do Cuidado de Enfermagem. REME - Rev Min Enferm. 1999; 3(1): 41-5.
19. Saúde do homem: Nova política de atenção quer levar o “sexo forte” aos postos. RADIS Comunicação em Saúde. 2008; 74:08-10.
20. Fonseca JLCL. Homens, feminismo e direitos reprodutivos no Brasil: uma análise de gênero no campo das políticas públicas (2003-2006) [tese]. Recife (PE): Departamento de Saúde Coletiva, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz; 2008.
21. Davies J, McCrae BP, Frank J, Dochnald A, Pickering T, Harrison B, et al. Identifying male college student’s perceived health needs, barriers to seeking help, and recommendations to help men adopt healthier lifestyles. J American College Health. 2000;48:259-67.
22. Monteiro EMLM, Brady CL, Brandão Neto W, Freitas RBN, Moraes MUB. Extensão Universitária: opinião de estudantes do campus saúde de uma instituição pública da região metropolitana de Recife-PE. REME - Rev Min Enferm. 2009;13(3):349-57.
23. Catrib AMF, Pordeus AMJ, Ataíde MBC, Albuquerque VLM, Vieira NFC. Promoção da Saúde: saber fazer em construção. In: Barroso GT, Vieira NFC, Varela ZMV, organizadores. Educação em Saúde: no contexto da promoção humana. Fortaleza: Demócrito Rocha; 2003.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2011 Reme: Revista Mineira de Enfermagem

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.


































