Experiencia de educación permanente como estrategia de gestión con los auxiliares de enfermería
DOI:
https://doi.org/10.5935/1415-2762.20140018Palabras clave:
Educación, Enfermería, Educación en Enfermería, Aprendizaje Basado en ProblemasResumen
Este trabajo narra la experiencia de educación permanente (EP) realizada con auxiliares de enfermería de un Hospital Materno Infantil entre junio y octubre de 2012. Se trata de un estudio de naturaleza cualitativa cuyos datos fueron recogidos a través de la observación participante. Las notas se apuntaron en un diario de campo, con un guión específico, foco en la frecuencia de los participantes, conducción del grupo con enfoque en la realización de la acción - reflexión - acción y en los momentos de evaluación. El proyecto fue sometido y aprobado por el comité de ética en investigación en seres humanos de la Facultad de Medicina de Marília, protocolo 638/12. Los datos fueron analizados según la técnica de análisis de contenido en la modalidad temática. La discusión de los resultados se realizó a la luz de la teoría de Paulo Freire (1987). Después del análisis de datos por medio de las unidades de significado y proceso de clasificación emergieron dos temáticas esenciales: Viviendo el proceso de acción - reflexión - acción en los encuentros de educación permanente y fragilidades encontradas en el proceso de educación permanente. Experiencias como ésta demuestran que la educación permanente en los servicios de salud es una estrategia potente para la promoción de cambios en los procesos de trabajo. De esta forma, el trabajador que tiene la oportunidad de estar en un grupo de EP se ve y se coloca de modo más activo y participativo, proporcionando una gestión más compartida y un poder más horizontal en las instituciones.Descargas
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