La bio-lógica del mundo-cero

ensayo teórico-político sobre la animalización de los cuerpos negros que viven en la calle

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.53981/destrocos.v6i2.59879

Palabras clave:

racismo, animalización, mundo-cero, personas en situación de calle

Resumen

En este ensayo teórico-político, problematizamos, a partir de una escena de nuestro trabajo con la población en situación de calle, la animalización de los cuerpos negros. Nuestro objetivo es cuestionar los impactos de una división entre lo humano y lo animal que establecería el acceso a la categoría de humano para todas las personas. Para desenmascarar esta falacia, es necesario analizar el racismo como mecanismo de animalización de los humanos, en el caso de los pueblos descritos como desalmados/sin logos. Una ficción ideológico-política responsable de constituir el proceso de racialización del mundo y, en consecuencia, su instrumentalización central: la aniquilación de los cuerpos negros e indígenas. ¿Qué puede enseñarnos una mujer negra en situación de calle sobre el racismo y la animalización?

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Biografía del autor/a

  • Arthur Cândido Lima, Universidade Federal de Minas Gerais

    Assistente Social, Mestre e Doutorando em Psicologia Social (UFMG).

  • Lisandra Espíndula Moreira, Universidade Federal de Minas Gerais

    Professora do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (UFMG), Doutora em Psicologia e Mestre em Psicologia Social e Institucional. Bolsista de Produtividade CNPq, nível 2.

  • Wanderson Vilton Nunes da Silva, Universidade Federal de Pernambuco

    Psicólogay, Professor do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFPE e do Curso de Psicologia da UEMS. Doutor em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS.

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Publicado

2025-10-13

Cómo citar

LIMA, Arthur Cândido; MOREIRA, Lisandra Espíndula; SILVA, Wanderson Vilton Nunes da. La bio-lógica del mundo-cero: ensayo teórico-político sobre la animalización de los cuerpos negros que viven en la calle. (Des)troços: revista de pensamento radical, Belo Horizonte, v. 6, n. 2, p. e59879, 2025. DOI: 10.53981/destrocos.v6i2.59879. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/59879. Acesso em: 16 apr. 2026.

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