UM PERFIL DE EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

Autores

  • Renan Monticeli Furtado Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Hélder Ferreira Isayama Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) https://orcid.org/0000-0002-4442-5356

DOI:

https://doi.org/10.17648/2238-037X-trabedu-v28n3-15933

Palavras-chave:

Egressos, Mercado de trabalho, Educação Física

Resumo

Este estudo investigou o perfil dos egressos formados em Educação Física na Universidade Federal de Minas Gerais, no período de 2011 a 2017. Metodologicamente utilizamos a aplicação de um questionário semiestruturado disponibilizado na plataforma eletrônica Google Docs, através da ferramenta Formulários Google e para analise dos dados foi utilizado à ferramenta Planilhas Google. 101 egressos responderam e participaram da pesquisa e os dados demonstram que os campos de atuação com maior intervenção dos egressos são: Escola (22%), Personal Trainer (17,4%), Academias de Ginástica (14,4%), Escolinhas de esporte (12,9%) Treinamento funcional (6,8%), Alto rendimento esportivo (5,3%) e recreação (3,8%). 50% dos egressos se formaram como bacharéis, 30% como licenciados e 20% possuem as duas formações, sendo que, 35% dos egressos optaram por completar a formação e realizar pós-graduação latu sensu e/ou stricto sensu e 65% não realizou pós-graduação.

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Biografia do Autor

Renan Monticeli Furtado, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Bacharel em Educação Física pela Universidade Federal de Minas Gerais. Mestrando em Estudos do Lazer pela UFMG. Membro do  Laboratório de Pesquisa sobre Formação e Atuação Profissional em Lazer (ORICOLÉ) da UFMG.

Hélder Ferreira Isayama, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Docente da UFMG e do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer. Pós-Doutor em Educação pela UFRJ. Editor da Revista Licere.

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Publicado

2019-12-11

Como Citar

FURTADO, R. M.; ISAYAMA, H. F. UM PERFIL DE EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v. 28, n. 3, p. 131–146, 2019. DOI: 10.17648/2238-037X-trabedu-v28n3-15933. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/article/view/15933. Acesso em: 25 jan. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS