GESTÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E PARITARISMO NO BRASIL

Autores

  • Fernando Fidalgo FAE/UFMG

Palavras-chave:

Paritarismo, educação profissional e qualificação

Resumo

Este artigo busca problematizar alguns dos limites e das possibilidades de gestão de políticas públicas, nesse quadro, para a construção da educação profissional como um bem público e os interesses que esse tipo de regulação poderia atender. Para isto várias questões foram trabalhadas como elementos norteadores: Quais papéis são atribuídos a cada um dos interlocutores sociais e políticos nestes conselhos paritários? A paridade numérica garantiria o mesmo peso de representatividade aos interlocutores sociais e políticas? Qual legitimidade social desses interlocutores para a construção e implementação de políticas públicas, uma vez que esses representam, via de regra, interesses privados no marco das relações de trabalho? A construção de uma terceira via de regulação social, entre a lógica do mercado e a lógica estatal, seria capaz de garantir às políticas de formação e certificação profissionais um caráter público? Quais os interesses ou intenções dos diferentes interlocutores para a formação dos conselhos paritários?

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Publicado

2012-11-06

Como Citar

FIDALGO, F. GESTÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E PARITARISMO NO BRASIL. Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v. 9, p. 79–92, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/article/view/9034. Acesso em: 19 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS