Arqueologia Digital abaixo de zero: uma proposta de mediação para a Arqueologia Antártica

  • Fernanda Codevilla Soares Laboratório de Estudos Antárticos em Ciências Humanas (LEACH). Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
  • Matheus M. Mota Laboratório de Estudos Antárticos em Ciências Humanas (LEACH). Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Palavras-chave: mediação, Antártica, Arqueologia Digital

Resumo

O projeto “Paisagens em Branco: arqueologia e antropologia antártica” procura compreender as estratégias humanas de colonização do último continente ao longo do tempo. Neste artigo, aliando perspectivas públicas, digitais e simétricas, propomos novas formas de relações humanas com a Antártica. Assim, além de analisar os grupos sem história — foqueiros, lobeiros e baleeiros — procuramos inserir o público não-arqueológico como agentes dessas narrativas. Para tanto, recorremos ao uso de tecnologias digitais enquanto atores que mediam essas relações. No nosso entendimento, as tecnologias aproximam diferentes públicos do contexto antártico, estimulando a construção de conhecimento de uma forma alternativa e menos direcionada. Nessa abordagem, buscamos levar em consideração a agência do público (arqueólogos e não-arqueólogos), das tecnologias e dos pesquisadores (entre outros actantes) na mediação.

Downloads

Não há dados estatísticos.
Publicado
2017-06-30
Como Citar
Soares, F. C., & Mota, M. M. (2017). Arqueologia Digital abaixo de zero: uma proposta de mediação para a Arqueologia Antártica. Vestígios - Revista Latino-Americana De Arqueologia Histórica, 11(1), 20-39. https://doi.org/10.31239/vtg.v11i1.10549
Seção
Artigos