Una aproximación arqueológica al Morro Cara de Cão

la gente y el paisaje en la fundación de la ciudad de Río de Janeiro

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31239/e2krna88

Palabras clave:

Arqueología histórica, Arqueología del paisaje, Morro Cara de Cão, Río de Janeiro

Resumen

Hasta hace poco, la localización exacta de la fundación de la Ciudad de Río de Janeiro permanecía rodeada de incertidumbre, dada la escasez de documentos primarios del siglo XVI y el vacío que representan los datos arqueológicos. En este sentido, la cuestión principal se refiere a la expansión de la Ciudad Vieja desde la llanura aluvial hasta el Morro Cara de Cão. Con el fin de comprender mejor este breve y violento proceso de ocupación, se llevaron a cabo prospecciones en la cima del morro, donde se encontraron evidencias significativas de la presencia de grupos nativos que habrían ocupado la zona tanto en el periodo precolonial como en los primeros momentos de la colonización. De este modo, esta investigación inédita buscó comprender la breve ocupación de este paisaje y las posibles elecciones de estos grupos.

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Publicado

2026-02-02

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Una aproximación arqueológica al Morro Cara de Cão: la gente y el paisaje en la fundación de la ciudad de Río de Janeiro. (2026). Vestígios - Revista Latino-Americana De Arqueologia Histórica, 20(1), 161-180. https://doi.org/10.31239/e2krna88

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